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Clássico da década 80, 'O Predador' retorna aos cinemas

Mariana Sanches - Estagiária*
12 set 2018 às 15:49

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Reprodução/Youtube
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Sexto filme de uma série que já vem fazendo sucesso desde 1987, "O Predador" chega às telonas nesta quinta-feira (13). O primeiro filme gerou uma continuação direta, dois derivados e uma espécie de reboot. E a nova versão aposta na volta ao básico, às raizes.

Com direção e roteiro de Shane Black ("Beijos e Tiros" e "Dois Caras Legais"), o loga narra a história de Rory McKenna (Jacob Tremblay) que ativa o retorno dos predadores, agora mais fortes e inteligentes do que nunca, para a Terra. Ex-soldados e um professor de ciências se juntam para lutar contra essa ameaça e proteger o futuro da raça humana.

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Um dos filmes nacionais mais aclamados do ano chega aos cinemas de Londrina nesta quinta-feira (13). "Benzinho" brilhou no Festival de Gramado de 2018 e ganhou os prêmios de Melhor Filme pelo júri da crítica e pelo voto do júri popular, além de Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz. O longa também foi destaque no Festival de Sundance (casa do cinema independente norte-americano) e já passou por outros 30 festivais.


"Benzinho" é a primeira parceria da dupla Gustavo Pizzi e Karine Teles depois do premiado Riscado (2010). Ele é diretor e roteirista, já ela também assina o roteiro e dá vida à protagonista, Irene. Os dois foram casados por 12 anos e muito das experiências que tiveram juntos foram transpostas para o filme.


O longa apresenta uma família de classe média baixa do Rio de Janeiro, constituída pelo pai (Otávio Müller), mãe (Karine Teles) e quatro filhos. O grupo leva uma vida tranquila, que varia entre jantares, jogos de handebol, problemas financeiros e obras na casa nova. Tudo muda quando o primogênito é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe em uma espiral de sentimentos, que precisa aceitar e lidar com a perda de uma parte sua.


"Bezinho" estava entre os 22 filmes que disputavam a indicação brasileira ao Oscar 2019, mas acabou perdendo para "O Grande Circo Místico", na última terça-feira (11).



Dirigido por Hilnando SM, "O Homem Que Parou o Tempo" estreia nesta quinta-feira (13) nos cinemas de Londrina.


O longa nacional narra a história de João (Gabriel Pardal), que após dedicar anos de sua vida ao estudo de física quântica, relatividade e fenômenos atemporais, decide, finalmente, botar seu ousado plano em prática: conseguir parar o tempo. Mas para realizar os experimentos que precisa, ele terá que embarcar em uma solitária viagem sem volta, que o isolará de sua família e amigos, trazendo graves consequências a seu estado mental.



"Camocim", do diretor Quentin Delaroche, é o lançamento de setembro da Sessão Vitrine Petrobrás. O longa conta a história da jovem Mayara, de 23 anos, que organiza uma campanha durante as eleições municipais de Camocim, de São Felix, para eleger o candidato e colega César. A cada quatro anos, a cidade no interior de Pernambuco tem sua tranqulidade interrompida pela euforia política do evento. Durante o processo, Mayara toma consciência da dificuldade em participar de uma disputa marcada por hierarquias, compras de votos e clientelismo.



E o Cine Com-Tour exibe nesta semana "Manifesto", projeto idealizado pelo cineasta e artista visual alemão Julian Rosefeldt, em parceria com a atriz australiana Cate Blanchett. A videoinstalação "Manifesto" foi apresentada em um museu na Austrália, em 2015. Depois, passou a ser exibida em outras partes do mundo, em galerias de arte de cidades como Nova York e Munique, ao mesmo tempo em que Rosefeldt a adaptava para passar nos cinemas.


Na instalação, 13 curtas-metragens (com um prólogo e 12 protagonizados por Cate) exibidos simultaneamente em 13 telões lançavam a seguinte proposta: iluminar de forma ao mesmo tempo didática e provocadora densas questões que permeiam a produção e o consumo da arte em diferentes frentes, da pintura à arquitetura passando pelo cinema.


Já no filme, Cate tenta responder a seguinte pergunta: "Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea?". Pars isso, ela explora os componentes performáticos e o significado político de declarações artísticas e inovadoras do século XX, que vão dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, passando por Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch.

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