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Resenha

Coringa: Delírio a Dois – Um Musical de Loucura e Romance que Divide Opiniões

Londrina Geek
03 out 2024 às 10:10

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Coringa: Delírio a Dois tenta seguir os passos do sucesso de 2019, mas traz uma abordagem diferente ao incluir elementos musicais no drama psicológico. A trama gira em torno da relação entre Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) e Harley Quinn (Lady Gaga), focando em sua espiral de loucura compartilhada. Phoenix continua a entregar uma atuação perturbadora, explorando a psicose de Fleck, mas o filme sofre com a falta de ritmo e coesão. Gaga oferece uma versão mais contida de Harley, que, embora intrigante, é subutilizada pelo roteiro.


A dinâmica entre Phoenix e Gaga é um dos pontos mais fortes, com a química entre os dois personagens criando momentos intensos. No entanto, o uso de números musicais acaba sendo um divisor de opiniões. Enquanto alguns críticos elogiam a ousadia de trazer algo novo para o gênero, outros afirmam que essas cenas quebram o tom sombrio da narrativa.

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O maior problema do filme é sua inconsistência. Ao tentar misturar o drama profundo do primeiro filme com momentos teatrais e musicais, a obra acaba sem saber qual história quer contar. A transformação de Harley de uma psiquiatra para cúmplice de Fleck é mal explorada, e a trama se arrasta em várias partes.

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Visualmente, o filme não decepciona. A direção de arte e a trilha sonora são pontos positivos, oferecendo uma atmosfera densa e opressora que reflete a loucura dos protagonistas. No entanto, isso não é suficiente para mascarar as falhas narrativas e a desconexão entre os elementos musicais e dramáticos.

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Um dos pontos altos é a inclusão de "To Love Somebody", do Bee Gees, em uma das cenas mais emocionantes do filme. A música, com sua letra melancólica sobre amor não correspondido, encaixa-se perfeitamente na relação conturbada entre Arthur e Harley. É um momento em que o tom emocional do filme encontra a trilha sonora ideal, trazendo uma profundidade inesperada para o caos emocional que os personagens estão vivendo. Essa escolha musical, ainda que sutil, reforça a desconexão de Harley e Arthur com o mundo ao redor, ao mesmo tempo que fortalece o laço disfuncional entre eles.


O filme beira o tédio, chegando ser cansativo e difícil de finalizá-lo, apesar das performances poderosas de Phoenix e Gaga, o roteiro não aproveita o talento dos atores. Falta ritmo e tensão, fazendo com que o espectador perca o interesse na resolução do conflito gerado pelo longa.


Embora tenha momentos visualmente deslumbrantes e um elenco de peso, Coringa: Delírio a Dois acaba sendo uma experiência frustrante. Ele promete mais do que entrega, oferecendo uma narrativa fragmentada que, apesar de suas boas intenções, não consegue atingir o mesmo impacto do primeiro filme.


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