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Reduz a dor

Técnica minimamente invasiva trata incontinência urinária com precisão

Redação Bonde com assessoria de imprensa
13 mai 2014 às 14:58

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A cada três mulheres, uma sofre com incontinência urinária, condição que ganha mais um aliado para seu tratamento. Uma nova tecnologia para correção de incontinência urinária feminina começa a ganhar espaço no Brasil, por tornar este procedimento menos invasivo e mais preciso.

Denominado Miniarc Precise, o tratamento é um mini sling, que reduz a quantidade de material sintético colocado na mulher e diminui o número de incisões de três para uma. Os slings são fitas sintéticas que sustentam a uretra e restabelecem o controle urinário por meio de um procedimento cirúrgico, um dos tratamentos mais tradicionais para a condição.

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Um estudo publicado pelo European Journal of Obstetrics & Gynecology and Reproductive Biology mostrou que as pacientes tratadas com esta nova tecnologia ficaram mais satisfeitas do que as que utilizaram o método sling convencional, devido à ausência de qualquer tipo de complicações no pós operatório. Nos Estados Unidos, a tecnologia já está bastante consolidada.


"Hoje os mini slings são o que há de mais moderno no tratamento da incontinência urinária. Não temos dados oficiais, mas estima-se que mais de um milhão de mulheres já utilizam os mini slings nos Estados Unidos", explica o uroginecologista norte-americano Willy Davilla, chefe do Departamento de Ginecologia, Uroginecologia e Reconstrução Pélvica da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos. De acordo com o especialista, o procedimento é pouco invasivo, causa menos sangramento e reduz a dor. "Pode ser feito até no consultório", explica no especialista.


Para o médico, o tratamento é bastante procurado por mulheres que têm uma vida corrida e precisam de praticidade no tratamento. "Elas têm uma rotina cheia de tarefas e quanto mais rápida for a cirurgia, mais fácil a escolha pelo procedimento. Saber que o tratamento é minimamente invasivo e que, em um dia a vida volta ao normal, influencia no psicológico da mulher", explica. Davilla afirma que a única exceção são exercícios físicos, que são liberados apenas seis semanas pós cirurgia.

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De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência urinária atinge 10 milhões de brasileiros, sendo duas vezes mais comum no sexo feminino em qualquer idade, apesar de ser agravada com o envelhecimento. Alguns estudos apontam que 50% delas podem apresentar o sintoma em algum momento da vida e 56% não procuram ajuda médica, por vergonha ou desconhecimento.


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