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Ronco pode indicar problemas de saúde

Redação Bonde com assessoria de imprensa
24 jan 2013 às 15:43

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Para quem tem sono leve e acorda com qualquer ruído, o ronco de outra pessoa pode ser uma tortura. É ruim para o ouvinte e pior ainda para o roncador. O barulho é resultado do estreitamento ou da obstrução das vias respiratórias superiores. Com o canal de passagem mais estreito, o ar tem dificuldades para passar e provoca a vibração das estruturas. "Quando as vibrações são fortes e o ronco intenso há grandes chances do indivíduo ser diagnosticado com portador de distúrbios mais graves do sono, tal como a apnéia obstrutiva do sono", ressalta Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista-facial.

O ronco é um dos sintomas mais comuns da Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS), um distúrbio caracterizado pela interrupção da respiração durante o sono. Os episódios duram cerca de 10 segundos e pode haver a obstrução parcial ou total da passagem de ar. "A cada obstrução da respiração, o indivíduo passa por um microdespertar para voltar a respirar normalmente. Apesar de rápido, este leve despertar prejudica a qualidade do repouso, já que o sono acaba saindo de suas fases mais profundas", explica Köhler.

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Desvio do septo, flacidez na musculatura da garganta e da boca, hipertrofia das amídalas ou adenoide, sinusite, rinite, obstruções nasais, queixo retraído, palato mole e o envelhecimento são os principais fatores que provocam a SAOS. "É preciso dar mais atenção aos fatores de risco da apnéia. Envelhecimento, obesidade, pescoço curto e mais grosso, uso de medicamentos para dormir, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, refluxo e a ingestão excessiva de comida próximo ao horário de dormir aumentam as chances da respiração ser interrompida durante a noite", aponta.


A apnéia do sono pode vir a ser uma das causas de males tais como hipertensão, obesidade, diabetes, arritmia cardíaca, derrame, infarto agudo do miocárdio, fadiga crônica, ansiedade e impotência sexual. Segundo Gerson, a apnéia pode ocorrer várias vezes durante a noite, reduzindo a oxigenação do cérebro. "Com a interrupção da entrada de ar, o organismo se defende e libera adrenalina, contraindo os vasos sanguíneos. O sangue precisa circular e a pressão aumenta para que o líquido passe pelas vias estreitas. Isto pode levar ao endurecimento das artérias, aumentando o risco de doenças cardiovasculares", alerta.

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O diagnóstico dos distúrbios do sono é feito com a realização da polissonografia, um exame que verifica e testa diversos parâmetros do corpo durante o sono. Os batimentos cardíacos são analisados, assim como o esforço respiratório, os potenciais elétricos da atividade cerebral e a saturação de oxigênio no sangue. "O tratamento da apnéia pode ser feito com o uso de cirurgia, utilização do CPAP – uma espécie de máscara grande, que depende de energia elétrica para funcionar e pode causar constrangimentos durante viagens, por exemplo", evidencia.


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