Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Entenda!

Pacientes cardíacos são mais vulneráveis às consequências da dengue

Redação Bonde / Assessoria de Imprensa
12 mai 2015 às 16:18

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Diante do aumento da incidência de dengue em todo o País, o resultado é mais do que preocupante: muitos casos graves da doença resultam, inclusive, em mortes. Para pessoas com problemas no coração, o risco à saúde é maior ainda.

Isso porque o tratamento da dengue exige a suspensão do AAS (Ácido Acetil Salicílico), medicamento essencial para a maioria dos cardíacos, mas que traz sérios riscos de hemorragia em casos da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Publicidade
Publicidade


De acordo com o cardiologista e clínico geral do Hospital do Coração (HCor), Abrão Cury, o AAS previne a formação de coágulos que podem levar ao infarto e angina e um acompanhamento rígido nesses casos é necessário para evitar problemas mais graves.


"Há um grupo de pacientes em situações mais críticas: aqueles que fizeram angioplastia e usam AAS e outras medicações associadas para evitar a trombose do stent,que foi implantado na coronária, depois de promover o desentupimento da mesma", esclarece Dr. Cury".

Publicidade


Quando um paciente recebe um stent para manter a coronária "aberta" para o sangue fluir, o sistema imunológico entende que o implante é um corpo estranho e tenta atacá-lo. Esse ataque aumenta o risco, estatisticamente, de formação de coágulos, que provocariam um infarto.


Segundo Cury, o risco é alto no primeiro ano de implante. Depois desse período, o sistema imunológico acostuma com o corpo estranho e entende que agora ele faz parte do organismo e as chances de um ataque diminuem consideravelmente.

Publicidade


"Pessoas que têm esse dispositivo instalado precisam tomar remédios para prevenir o entupimento da coronária, então o AAS, que tem uso contraindicado em casos de dengue, é a recomendação para 100% das pessoas", alerta o especialista.


Paciente cardíaco x dengue:

Publicidade


Como tratar um paciente que não pode ficar sem o AAS, mas deixá-lo em risco de sofrer uma hemorragia por causa do uso do remédio enquanto está com dengue? Segundo Dr. Cury é um caso muito complexo e precisa ser tratado individualmente para cada paciente.


Reprodução
Reprodução


Até pouco tempo atrás não tínhamos uma epidemia de dengue e agora temos que nos preocupar com o efeito colateral sobre a quantidade de plaquetas, pois um dos problemas causados pela dengue é a queda de plaquetas. O medicamento diminui ainda mais essas plaquetas, aumentando o risco de sangramento no corpo. Quando esse sangramento acontece no cérebro, é o chamado AVC hemorrágico.


Por outro lado, o AAS é um excelente protetor da coronária e do coração em geral. Porém faz a plaqueta diminuir a funcionalidade, para não formar coágulo e trombo no coração. "Pesando o risco-benefício, nossa orientação é que os pacientes com problemas cardíacos e que correm riscos ao suspender o AAS sejam internados para um acompanhamento mais rígido. Depois disso pode voltar a tomar a medicação", alerta o cardiologista, que ainda orienta para a internação necessária é o ideal com o objetivo de acompanhar todos os sinais do doente. "Se ele apresentar sintomas de que está infartando, já estará dentro do hospital e o atendimento será muito mais ágil", pontua Dr. Cury.

Cadastre-se em nossa newsletter

A melhor forma de prevenir a doença é procurar focos de água limpa e parada em casa e eliminá-los. Objetos que acumulem água devem ser guardados de cabeça para baixo ou outra forma que impeça que o depósito de água. É importante lembrar que as caixas de água devem ser mantidas fechadas.



Publicidade

Últimas notícias

Publicidade
LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas