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Cirurgia estética

Novas técnicas possibilitam mamoplastia com mais qualidade

Redação Bonde com assessoria de imprensa
11 mar 2014 às 15:48

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O Brasil ocupa a segunda posição no ranking de cirurgias plásticas no mundo ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Se considerarmos a relação de procedimentos por número de habitantes, o Brasil já ocupa o primeiro lugar. São mais de 900 mil intervenções por ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

As cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil são a lipoaspiração e a cirurgia de aumento das mamas. Ainda de acordo com a SBCP, entre 2008 e 2011 foram realizadas 211 mil lipoaspirações e 149 mil cirurgias para aumentar as mamas. Em relação ao segundo procedimento, hoje existem muitas opções que possibilitam ótimos resultados.

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Atualmente, o cirurgião plástico tem a sua disposição mais opções de implantes - com novas formas, revestimentos e consistências - e novas técnicas cirúrgicas que podem melhorar os resultados e diminuir o risco de complicações. As diferentes dimensões e formas dos implantes nunca ofereceram tantas possibilidades à cirurgia mamária. 'Com tantas opções disponíveis, cada procedimento deve ser extremamente individualizado. O cirurgião deve considerar o tipo, a forma e a projeção do implante; a forma, a textura e a cobertura da pele. Estas práticas são um refinamento cirúrgico indispensável para a escolha da técnica cirúrgica a ser adotada', explica o cirurgião plástico André Ferrão Vargas, membro da SBCP.


De acordo com cada caso, as próteses podem ser colocadas sob a glândula, sob o músculo ou em plano duplo (uma porção em cada um dois locais). Esta última forma de colocação representa um novo conceito que contempla a melhor cobertura de tecido para o implante e diminui o índice de complicações. Vale lembrar que a cirurgia também possibilita a correção de assimetrias mamárias. Em situações como essas são utilizadas próteses de diferentes tamanhos ou ainda é realizada a retirada de tecido mamário e pele no mesmo ato operatório.

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Os implantes devem ser escolhidos de acordo com as medidas volumétricas e antropométricas e em comum acordo com a paciente. Todas as possibilidades devem ser amplamente discutidas entre médico e paciente e avaliadas no planejamento pré-operatório. 'As possibilidades de forma, projeção e revestimento dos implantes atuais permitem ao cirurgião planejar o procedimento de uma maneira muito mais detalhada. O refinamento no planejamento cirúrgico é essencial para um pós-operatório satisfatório e um resultado natural, seguro e duradouro', finaliza o especialista.


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