Corpo & Mente

Mulheres são as principais vítimas da infecção urinária

20 mai 2011 às 17:50

Com mais de 35 mil atendimentos realizados, o Projeto Social Brasil Sem Alergia é um centro de atendimentos gratuitos para o diagnóstico, prevenção e combate de todos os tipos de alergias e doenças relacionadas ao sistema imunológico. A Ação Social conta com médicos que realizam gratuitamente o atendimento para a identificação de diversas doenças, dentre elas a Infecção Urinária, oferecem orientação clínica para a prevenção deste mal, além da prescrição da Imunoterapia, importante método de tratamento da doença.

A Imunoterapia consiste na aplicação de vacinas com antígenos bacterianos e representa uma forte barreira progresso da Infecção Urinária, ou Infecção do Trato Urinário ( ITU ). Ela uma modalidade de tratamento eficaz na ao contra doença, pois feita a introdução de micro organismos que fortalecem o sistema imune. Eles são denominados Germes Urinários ( bactérias ), que podem ser Escherichia Coli, Staphylococcus Aureus, Streptococcus Faecallis, Streptococcus Pyogenes e Neisseria Gonorrhoeae.


As vacinas compostas destes antígenos bacterianos podem ser usadas para fornecer proteção de longa duração contra a ITU e são consideradas imunoestimulantes. Elas vão incitar a criação de anticorpos e fortalecer o sistema celular para combater a infecção, o que poder evitar sua reincidência, além de diminuir o risco de multi-resistência antibiótica.


A Imunoterapia preenche uma significativa lacuna no combate doença, uma vez que o tratamento convencional da mesma seja a base de antibióticos, no raro com a arriscada utilização do medicamento por um tempo prolongado. comum que em seguida ao primeiro episódio de ITU, muitos pacientes apresentem recorrência nos próximos 6 a 12 meses, sendo aproximadamente 30% dos casos. A administração de antibióticos para cada recorrência pode levar ao surgimento de focos de resistência, prejudicando significativamente a sade do paciente.


Segundo o Imunologista e Alergista, Coordenador Técnico do Brasil Sem Alergia, Dr. Marcello Bossois, a prescrição de antibióticos fundamental para o combate às infecções urinárias e não deve ser descartada, no entanto o seu uso prolongado pode gerar sérios riscos saúde da população. A Imunoterapia surgiu como uma alternativa a ser levada em consideração, sobre tudo após a recente proibição por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( ANVISA ) aos antibióticos sem receita médica, que passaram a figurar na lista de medicamentos especiais.


"No caso da Infecção do Trato Urinário, a Imunoterapia atua de maneira eficaz na hipossensibilização às bactérias presentes na fórmula das vacinas, que podem variar de acordo com a indicação médica para cada paciente, de modo a auxiliar o organismo a criar mecanismos de defesa contra tais agentes infecciosos. Ela varia em seu grau de intensidade e tempo de tratamento de acordo com o quadro de cada paciente, podendo ser necessário de poucas semanas at alguns anos", comenta o médico.

As doses das vacinas e a concentração nos extratos utilizados deverão ser progressivas, sendo, inicialmente em pequenas quantidades, com um aumento gradativo do número de aplicações, de acordo com as respostas do sistema imunológico dos afetados. A técnica pode ser realizada em pessoas de todas as idades e em algumas semanas os pacientes já apresentam melhoras dos sintomas da ITU, bem como importantes evoluções em seus quadros clínicos (com Projeto Social Brasil Sem Alergia).


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