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Sinais da doença

Meses após desaparecimento de sintomas, ebola é detectado em sêmen

Redação Bonde
28 nov 2014 às 15:26

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Reprodução/ DailyMail
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta sexta-feira (28), que o sêmen de homens infectados com o ebola pode conter o vírus até três meses após o desaparecimento dos sintomas.

Quatro estudos que investigam a persistência do vírus ebola nos fluidos seminais de um total de 43 pacientes concluíram que o vírus foi encontrado no sêmen de três homens 40, 61 e 82 dias, após todos terem superado os sinais da doença.

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"Devido ao potencial de transmissão do vírus por via sexual durante este tempo, (os convalescentes) devem ter uma boa higiene pessoal depois da masturbação e não ter relações sexuais (incluindo sexo oral) até três meses após passados os sintomas", recomendou a OMS.


A organização acrescentou que, caso a última recomendação não seja possível, é preciso utilizar um preservativo. Os estudos nos quais são baseadas estas recomendações não foram realizados na atual epidemia de ebola na África ocidental, mas em surtos passados em Uganda e a República Democrática do Congo.

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A OMS esclareceu que não recomenda que os homens convalescentes e que testaram negativo nas provas para detectar o vírus no sangue sejam mantidos em isolamento. O vírus do Ebola se encontra nos fluidos corporais, tais como o sangue, o vômito, os sedimentos, a saliva, a urina, as lágrimas e os líquidos seminal e vaginal.


"Embora a evidência científica seja limitada, está claro que o sêmen é uma potencial fonte de infecção e que pode causar a transmissão do vírus", explicou. A Organização também realizou outros dois estudos nos quais o vírus foi isolado do sêmen, mas não identificou infecções entre os contatos dentro da família.

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(Fonte: infoexame)


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