O surgimento da artrite reumatóide ainda é incerta, mas esta doença auto imune, que atinge de 0,6% a 2% dos adultos, é causadora de muita dor e desconforto. Os pacientes diagnosticados com o mal sofrem com edemas nas extremidades (inchaço), rigidez das articulações (juntas) e muitas vezes deformidades destas articulações do corpo, como punho, mãos, cotovelos, ombros e coluna cervical.
As mulheres entre 30 e 55 anos são as principais afetadas, já que a doença atinge de 3 a 5 vezes mais indivíduos do sexo feminino. Entre os diversos tipos de artrite, 10 a 12% dos pacientes apresentam o tipo reumatóide.
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O tratamento inclui uso de anti-inflamatórios e corticóides que visam aliviar os sintomas e impedir a progressão da doença, evitando deformidades permanentes. Em estágios avançados da doença, dependendo de critérios médicos específicos, sempre em comum acordo com o paciente, pode ser indicada cirurgia para a diminuição da dor e correção da deformidade. O uso contínuo de anti-inflamatórios trazem efeitos colaterais indejesáveis, especialmente na terceira idade.
Os exercícios físicos são parte importante no tratamento de pacientes diagnosticados com artrite reumatóide, "Fortalecimento muscular, alongamento terapêutico e fisioterapia são práticas que aliviam a dor e proporcionam bem estar ao paciente, além de serem essenciais para manter a funcionalidade e alinhar corretamente as estruturas acometidas", explica Dr. Benjamin Apter, especialista em Medicina Esportiva, Fisiologia do Exercício e diretor das academias B-Active (com www.bactive.com.br).