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Doenças que podem atrapalhar suas férias

Redação Bonde / Assessoria de Imprensa
08 dez 2014 às 12:53

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O verão está próximo e, por ser a época mais quente do ano, o período também é propício a algumas doenças. Entre as mais frequentes enfermidades que podem atrapalhar suas tão esperadas férias estão: a insolação, micoses, desidratação, otite, conjuntivite, intoxicação alimentar e brotoejas.

Insolação

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É uma das mais comuns doenças de verão. Ao chegar o momento de descanso, as pessoas querem logo ficar na praia, piscina ou chácara e entregar o corpo a todo calor do sol. Esta longa exposição pode causar desidratação e queimaduras, além de sintomas como dor de cabeça, náuseas, tontura, temperatura elevada do corpo e queimaduras que podem ser de pele vermelha a bolhas. Evitar não é tão difícil, basta não tomar sol entre as 10 e 15 horas e sempre usar filtro solar.


Micoses

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No calor, transpiramos muito, consequentemente, temos um contato maior com a água. A pele úmida é um hotel cinco estrelas para microorganismos que normalmente são adquiridos em diversos locais como piscinas e praias. A doença inicia-se com uma irritação e coceira que causam uma vermelhidão no local, geralmente nas virilhas, pés e unhas.


Ao perceber a micose, aconselho procurar na hora um clínico geral ou dermatologista, pois esta é uma doença facilmente confundida com outras. A automedicação nunca é aconselhada.

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Desidratação


Uma pessoa perde em média 2,5 litros de água por dia, seja por suor, urina ou fezes. A desidratação ocorre quando a perda de líquidos e sais minerais ultrapassa esse volume. Com o alto calor do verão, essas eliminações são potencializadas e outras formas de evasão da água são criadas, como o vômito.

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Quando desidratado, o ser humano apresenta sede, fica com a boca e olhos ressecados e não urina regularmente. A saída é o repouso em lugares arejados e ingerir líquidos constantemente para que se mantenha hidratado.


Otite

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As tubas auditivas também sofrem nas épocas mais quentes. As pessoas costumam entrar frequentemente no mar ou em piscinas para se refrescarem. Algumas delas, porém, ficam com o ouvido entupido de água, o que pode provocar a inflamação e infecção nas orelhas, conhecida como otite. Por ser quente, escura e úmida; essa parte do corpo inflama com facilidade. As infecções com fungos também podem ocorrer.


Conjuntivite

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Os olhos ficam avermelhados e lacrimejantes, além de provocar uma sensação estranha que os faz coçar muito. É uma doença comum do verão, pois normalmente é adquirida em piscinas não tratadas devidamente e praias impróprias para o banho. A conjuntivite é facilmente transmissível por meio do contato manual, por isso, quando contaminado, a higienização constante da mão antes de tocar em objetos e pessoas é recomendada.


Intoxicação Alimentar

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Durante as férias, principalmente as de verão, as pessoas estão acostumadas a comer em clubes, barraquinhas de praia e em outros lugares que nem sempre estão adequadamente higienizados nos momentos de preparo e conservação dos alimentos.


Os frutos do mar são os principais responsáveis pela intoxicação alimentar que pode ser curada em apenas um dia com reidratação. Porém, quando há muita perda de líquidos devem ser ingeridos medicamentos para controlar as náuseas e vômitos, além dos procedimentos para a reposição de líquidos e sais.


Brotoejas


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Apesar do nome não ser muito conhecido, brotoejas ou miliárias são as chamadas bolinhas de água que causam vermelhidão e coceira no rosto, pescoço, ombro, barriga ou peito em crianças e adultos durante o verão. Elas estão relacionadas com as glândulas sudoríparas, que atuam muito no verão por causa do excessivo calor e transpiração.

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A prevenção consiste em evitar ambientes e situações que provoquem sudorese abundante. No caso das crianças, para diminuir o desconforto, medidas com o intuito de refrescar a pele devem ser tomadas. Ficar em ambiente frescos e ventilados, utilizar roupas leves, tomar mais banhos e usar loção de calamina são ações que podem ajudar. Em casos mais graves de infecções, é recomendado o acompanhamento médico.


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