Com a previsão da Organização Mundial da Saúde (OMS), de que em 2050, o Brasil atinja a marca de 42 milhões de pessoas com mais de 60 anos – se tornando o sexto país do mundo com maior número de idosos – é cada vez mais importante para o governo e empresas garantir um envelhecimento saudável para esta parcela da população – que hoje já representa 7% dos brasileiros.
Levantamentos apontam que ao menos 80% dos casos de doenças cardíacas, derrames, diabetes tipo 2 e 40% dos casos de câncer poderiam ter sido evitados por meio de prevenção, suporte e educação. "O tratamento e os óbitos recorrentes causados por enfermidades crônicas originam forte impacto econômico no Brasil. De acordo com a OMS, em 2005, o PIB brasileiro foi cerca de três bilhões de dólares menor devido a mortes prematuras na população economicamente ativa", explica diretor comercial da AxisMed, Fábio Boihagian.
Além disso, estima-se que esse prejuízo irá aumentar: o Brasil pode perder 49 bilhões de dólares até 2015 devido aos óbitos. "Portanto, os programas de gerenciamento de doentes crônicos são essenciais para promover qualidade de vida da população e reduzir gastos", comenta (com PLANIN Worldcom).