Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Distúrbios desconhecidos

Difícil diagnóstico de doenças raras no Brasil compromete tratamento

Portal EBC
22 mai 2014 às 14:25

Compartilhar notícia

Divulgação
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Por se tratarem de enfermidades com baixa incidência na população, as doenças raras têm tratamento limitado e diagnóstico demorado. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), esse grupo afeta, no máximo, 65 pessoas em um grupo de 100 mil, o que representa cerca de uma a cada duas mil pessoas.

Estima-se que 80% das doenças raras são de origem genética, mas as doenças do foro metabólico e oncológico também contribuem para esta lista. Boa parte não tem cura definitiva e nem tratamento específico. A estimativa é de que existam 7 mil doenças raras distintas e que novas enfermidades sejam descobertas frequentemente.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Publicidade
Publicidade


Pai de uma criança com Síndrome de Williams, Rogério Ribeiro Lemos afirma que o diagnóstico, no Brasil, representa a maior dificuldade do portador de doença rara. "Pois é através do correto diagnóstico que a família começa a luta diária para cuidar da saúde do filho", explica. Segundo Rogério, a Associação Brasileira de Síndrome de Williams (ABSW) estima que no Brasil há entre 10 a 20 mil casos de pessoas com a desordem genética. Porém, pouco mais de mil casos foram diagnosticados. "Por ser uma doença rara, muitos profissionais da área da saúde e de educação desconhecem essa síndrome", lamenta.


No próximo sábado (24), a ABSW promoverá o II Encontro Regional de Síndrome de Williams e Familiares do Centro-Oeste. Membro da Associação, Rogério afirma que a principal bandeira do evento será a divulgação da Síndrome de Williams em todo o país, tornando-a conhecida, principalmente, na área médica e educacional. "Além disso, queremos sugerir políticas públicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas com esse distúrbio", relata.

Cadastre-se em nossa newsletter

Em janeiro deste ano, o Ministério criou a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras que prevê o investimento de R$ 130 milhões para incorporar ao SUS 15 novos exames de diagnóstico em doenças raras, oferecer aconselhamento genético no sistema e custear as equipes de saúde dos serviços especializados. A Câmara, por sua vez, organizou, na semana passada (13/05) uma audiência para debater o tema.


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade
LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas