O diagnóstico precoce é muito importante para a indicação dos melhores tratamentos para diversas doenças. Para o câncer de mama não é diferente. Em pacientes em que o tumor ainda não é palpável, ou seja, com menos de 1 cm, as chances de cura podem chegar à 95%. Isso se deve graças a evolução dos exames de imagem, principalmente da mamografia, o primeiro exame para verificar a existência de algum tumor nas mamas.
Os médicos esperam que as inovações em mamografia busquem aliar dois pontos: conforto para a paciente, por meio de equipamentos mais ergonômicos e soluções de redução de stress, e qualidade de imagem, obtendo-as cada vez mais nítidas para um diagnóstico mais acurado.
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A mamografia 3D, ou tomossíntese, com a qual é possível obter imagens em "fatias" da mama, retirando as sobreposições teciduais e evitando a necessidade de novos exames. Essa técnica beneficia principalmente as mulheres com mamas densas, ou seja, aquelas que possuem mais tecido mamário do que adiposo. Nessas pacientes o diagnóstico é mais complexo, já que o tecido denso pode ocultar um eventual tumor.
Outro avanço importante é a mamografia com contraste. Esse equipamento é utilizado diante de uma lesão inconclusiva durante o exame de mamografia. O médico pode aplicar um contraste durante o procedimento e obter um resultado ainda mais preciso, sem a necessidade da paciente retornar para outros exames. "
Conforto para o paciente
Inovações em mamografia não se restringem apenas em aprimorar a qualidade da imagem e do diagnóstico, mas também no conforto da paciente.
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