A crise econômica que assola o mercado mundial, além de frear o consumo e diminuir oportunidades de emprego, tem repercussões na saúde mental das pessoas, aumentando os casos de estresse, depressão e desordens mentais, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para o cardiologista, professor e médico ortomolecular Marcos Natividade, ao estar estressado ou depressivo, o paciente queima mais nutrientes desequilibrando o organismo e ficando mais suscetível às doenças.
Os primeiros sintomas do estresse e da depressão são: crises de ansiedade, agonia, irritabilidade, impaciência, palpitações, cansaço, baixa concentração, desânimo, insônia. Com o passar do tempo, o quadro evolui instalando a tristeza, pensamentos negativos e o medo.
"Quando detectados esses sintomas, a primeira atitude é procurar ajuda especializada. O psicólogo ou psiquiatra ajudará o paciente a lidar com os medos e frustrações. Enquanto, o tratamento ortomolecular buscará combater os Radicais Livres (elementos nocivos) e reequilibrar o organismo através da reposição dos nutrientes", explica Dr. Marcos Natividade.
Tratamento ortomolecular
O tratamento ortomolecular fará as reposições dos nutrientes gastos por conta do quadro depressivo ou de estresse, através das cápsulas de vitaminas, minerais, aminoácidos e outros nutrientes obtendo o reequilíbrio do organismo. Para isso, são feitos exames especiais como Mineralograma Capilar (fios de cabelo) e Avaliação Funcional. E ainda, análises tradicionais da medicina – sangue, urina, colesterol, etc. Com o diagnóstico definido, é possível iniciar o tratamento focado na causa de cada paciente.
Dicas para uma vida mais saudável
Para evitar queimas de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo, o médico sugere:
* Alimente-se corretamente com muitos vegetais e peixes do mar ao menos uma vez por semana;
* Consuma alimentos integrais e castanhas;
* Pratique esportes regularmente – três vezes por semana;
* Tire férias regulares;
* Faça exames rotineiros uma vez ao ano, após os 30 anos de idade.
"A prevenção é o melhor remédio para qualquer pessoa. Pois, a depressão de hoje pode apontar para uma doença grave no futuro, como diabetes, doenças cardiovasculares, articulares, entre outras", completa.