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Neil Harbisson há dez anos usa um "olho eletrônico" acoplado como uma antena à cabeça, que está conectado a um programa que identifica e diz as cores a ele, que só enxerga em branco e preto.
Em 2010, ele criou, em Barcelona, onde vive, a Fundação Ciborgue, que ajuda pessoas como ele a lidar com a incorporação de dispositivos tecnológicos no corpo humano.
"Acredito que o fato de eu ter me convertido em ciborgue me fez muito mais humano. Porque não há nada mais humano do que usar tecnologia como parte do corpo", diz ele.
Confira o vídeo, de Anahí Aradas e Juan Paullier.