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Automedicação pode ser praticada em alguns casos?

Sua Saúde - Folha de Londrina
17 out 2013 às 17:15

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Nem sempre é bom resolver sozinho dores ou incômodos no corpo. A compra de remédios analgésicos, anti-inflamatórios e antitérmicos sem prescrição médica pode aliviar momentaneamente sintomas, que deveriam ser investigados por um médico. A automedicação é determinada pelo uso de remédios escolhidos pelo paciente ou por indicações recebidas de amigos e familiares.

O Ministério da Saúde trabalha com o Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos (CNPURM), que visa ampliar, monitorar e qualificar o acesso a medicamentos que atendam aos critérios de qualidade, segurança e eficácia. O CNPURM tem o objetivo de identificar e propor mecanismos de monitoramento, articulação e avaliação de ações ligadas ao Uso Racional de Medicamentos, em conjunto com as diretrizes do Sistema Único de Saúde e as políticas nacionais de Medicamentos e de Assistência Farmacêutica.

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existe a automedicação responsável, que é definida como a prática dos cidadãos em tratar seus próprios sintomas e males menores com medicamentos que já foram orientados por profissionais de saúde, de acordo com seu organismo, e que estão disponíveis sem a prescrição.


A OMS recomenda, também, que as bulas e rótulos sejam sempre lidos e acompanhados. Com base em diagnósticos e orientações médicas anteriores, é possível que o paciente possa atuar de forma responsável sobre sua saúde. Caso os sintomas iniciais persistam, um médico deverá ser consultado, pois existem reações adversas que podem ocorrer, como alergias e coceiras. Segundo dados da OMS, atualmente o número de internações provocadas por reações adversas de medicamentos chega a 10%.

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