Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Movimentos

Americano controla próteses robóticas com a mente

Redação Bonde
18 dez 2014 às 17:06

Compartilhar notícia

Reprodução/Youtube
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Um americano que não tem os dois braços conseguiu controlar duas próteses robóticas apenas com o pensamento, de acordo com pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Les Baugh perdeu seus dois membros superiores em um acidente elétrico durante os anos 1970 e utilizava duas próteses mecânicas até junho, quando visitou o Laboratório de Pesquisas Aplicadas da universidade para melhorar suas próteses.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Publicidade
Publicidade


Antes de fazer parte do experimento, Baugh passou por uma cirurgia chamada de inervação muscular. No procedimento, os médicos dão novas funções aos nervos que uma vez já controlaram o braço e a mão. Na prática, as terminações nervosas são reprogramadas para se adaptar a nova prótese.


Dessa forma, Baugh pode controlar suas novas próteses apenas pensando a respeito da ação que ele gostaria que elas realizassem.

Publicidade


Depois de se recuperar dos efeitos do pós-operatório, o paciente e os pesquisadores passaram a utilizaram padrões algorítmicos de reconhecimento para identificar quais os músculos que se contraem e comunicam entre si, traduzindo essas informações para movimentos reais dentro dos braços robóticos.



Segundo os pesquisadores, foi implantado no torso e nos ombros de Baugh uma espécie de soquete para que ele aguentasse o peso das próteses.

Publicidade


Em pouco mais de dez dias de treinamento, Baugh conseguiu realizar ações banais, como guardar copos em prateleiras, em uma velocidade mais rápida do que os próprios cientistas esperavam.


Os pesquisadores de Johns Hopkins afirmam que a prótese implantada ainda é um protótipo, comparando-a com "os primeiros dias da internet". Além disso, Baugh ainda não pode levá-las para casa, pois ainda é necessário acompanhamento médico.


Mas, segundo o paciente, ele já está em um novo mundo. "Talvez consiga finalmente colocar uma moeda em uma máquina de refrigerantes e depois pegar a latinha lá de dentro", afirma Baugh.

Cadastre-se em nossa newsletter

(Fonte: infoexame)


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade
LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas