A Prefeitura de Londrina desenhou uma estratégia em parceria com a Universidade Estadual de Londrina (UEL) para conter a proliferação de pombas-amargosas no município. O plano prevê a instalação de caixas de contenção em cooperativas agrícolas distantes do centro e o posterior abate humanizado das aves.
A proposta será votada na próxima segunda-feira (25) pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente (Consemma). Se validada pelo órgão, a operação terá duração de 12 meses e será coordenada pelo laboratório de ecologia da universidade, iniciando com um censo populacional na região central.
Os riscos à saúde pública motivam a medida, uma vez que a superpopulação desses animais sinantrópicos aumenta a incidência de doenças como histoplasmose e criptococose. Segundo a Secretaria Municipal do Ambiente, o desequilíbrio ecológico e a oferta de alimentos na área urbana agravam o cenário há décadas.
O abate será conduzido por empresas autorizadas pelo Ibama em locais afastados da área urbana, garantindo procedimentos técnicos que eliminem a dor e o estresse dos animais. Após o aval do Consemma, o projeto ainda precisará de validação de órgãos ambientais como o Ibama e o Instituto Água e Terra (IAT).
(Com informações da Prefeitura de Londrina).
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