Quem vive em Londrina sabe que, mesmo com o crescimento urbano acelerado, a cidade preserva uma rede importante de áreas verdes. Entre parques estruturados e áreas de conservação, há opções para diferentes perfis de visitantes.
Um dos cartões-postais mais conhecidos é o Lago Igapó, que integra um parque linear formado por vários lagos e áreas de caminhada. O espaço foi projetado ainda na década de 1950 e se consolidou como o principal ponto de encontro ao ar livre da cidade, com pistas que somam mais de 6 quilômetros ao redor do lago.
Outro destaque urbano é o Zerão, oficialmente chamado de Área de Lazer Luigi Borghesi. Bastante frequentado por quem pratica corrida e caminhada, o local se tornou referência em atividades físicas, reunindo moradores ao longo do dia em um ambiente aberto e acessível.
Para quem busca contato mais direto com a natureza, o Parque Municipal Arthur Thomas oferece trilhas em meio à mata nativa e uma das paisagens mais preservadas da cidade. Criado em 1975, o parque abriga remanescentes de Mata Atlântica, além de fauna diversificada e uma queda d’água que é um dos principais atrativos.
Na mesma linha de preservação ambiental, o Jardim Botânico de Londrina se destaca pela proposta científica e educativa. O espaço é voltado à conservação de espécies nativas e exóticas, além de promover pesquisa e educação ambiental, funcionando também como área de lazer para a população.
Mais afastado do centro, o Parque Ecológico Dr. Daisaku Ikeda combina lazer e história. Instalado próximo ao Ribeirão Três Bocas, o local preserva estruturas de uma antiga usina hidrelétrica e oferece áreas de convivência, trilhas e mirantes, sendo uma alternativa para quem busca um passeio mais tranquilo.
Já o Parque Estadual Mata dos Godoy é uma das principais reservas ambientais do Sul do Brasil, com mais de 600 hectares de mata nativa preservada. Embora tenha acesso controlado, é referência em biodiversidade e pesquisa científica.
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