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Prefeitura de Londrina avalia caminhos para pagar recomposição dos servidores

Douglas Kuspiosz - Grupo Folha
02 mar 2026 às 18:19

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Foto: Roberto Custódio/Arquivo FOLHA
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Encerrado o mês de fevereiro, data-base do funcionalismo londrinense, ainda não há sinalização de como será paga a recomposição inflacionária de 4,30%, referente ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado de fevereiro de 2025 a janeiro de 2026. O caixa apertado do município é o que tem travado a decisão.


O Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Londrina) já se reuniu com a administração no começo de fevereiro para apresentar a pauta de reivindicações, que tem o reajuste inflacionário como prioridade.

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De acordo com o prefeito Tiago Amaral (PSD), a recomposição “é a maior preocupação” da Prefeitura atualmente. O custo para os cofres públicos é estimado em R$ 53 milhões.


“Estamos só terminando de fazer os estudos para podermos fazer os ajustes necessários, porque, ao mesmo tempo em que temos os servidores como prioridade, precisamos manter o equilíbrio das contas públicas”, disse o prefeito, que reforçou que “com toda certeza” os servidores vão receber o reajuste.


Questionado se há possibilidade de parcelar o percentual, como chegou a ser aventado na discussão do orçamento no ano passado, Tiago disse que, apesar das dificuldades financeiras da Prefeitura, “espero conseguir dar esse avanço sem precisar fazer nenhum tipo de parcelamento”.


O Executivo terá de enviar um projeto de lei à CML (Câmara Municipal de Londrina) e, após a aprovação, efetuar o pagamento retroativo, incluindo o mês de fevereiro. Em 2025, o reajuste concedido foi de 4,17%.


Igapó 2


O que avançou foi a liberação de recursos para a construção das novas passarelas e a reforma das comportas da barragem do Lago Igapó 2. Segundo o prefeito, o governo do Estado autorizou a liberação de R$ 4 milhões para a realização das melhorias. Contudo, ainda são necessários outros passos para que as obras comecem efetivamente.


“Tivemos na última sexta-feira o recurso inserido no sistema do governo do Estado e, portanto, autorizado para que possamos protocolar os documentos. O recurso está garantido. Vamos protocolar os documentos e, a partir disso, é só o prazo de análise deles”, afirmou Tiago.

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A Prefeitura tem em mãos o projeto das novas comportas, elaborado pelo engenheiro civil José Marques da Costa Branco. O prefeito decretou situação de emergência por conta do vazamento no dia 28 de fevereiro de 2025.

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