Apaixonados por café, a relação de Londrina com o grão é antiga e reconhecida nacional e até internacionalmente.
Devido às condições favoráveis da região, a cafeicultura se expandiu a ponto de o município ser considerado a “capital do café” no estado do Paraná e, até a década de 1970, uma das maiores referências mundiais na produção do grão.
A entrada do município no radar nacional ocorreu na década de 1950, mais precisamente em 1953, quando Londrina foi considerada a segunda maior produtora de café do país, com a comercialização de 944.500 arrobas do grão. Com o fortalecimento dessa cultura, a economia e a densidade populacional da região cresceram significativamente e, nesse período, a população saltou de 20 mil para 75 mil habitantes.
Rota do Café
Assim como Londrina, outros municípios da região norte do Paraná também foram fortemente impactados pelo fomento da produção de café.
Atualmente, para preservar a história desse legado, a Rota do Café promove um roteiro turístico que resgata a trajetória da produção do grão na região, passando por cidades como Cambé, Rolândia, São Jerônimo da Serra, Ribeirão Claro, Tamarana, Ibiporã e Santa Mariana, entre outras.
Museu Histórico de Londrina
Toda essa memória cultural segue viva no acervo do Museu Histórico de Londrina, que reúne mais de 40 mil objetos catalogados e preservados. Dentro do espaço, é possível visualizar como era a vida na época, seja pelos utensílios utilizados ou pelas fotografias que registraram aquele período.
- LEIA MAIS: Por que Londrina tem esse nome e o que ela realmente tem de Londres?