Um filhote de paca (Cuniculus paca) é o primeiro resultado positivo da troca de animais silvestres para reprodução entre o RBV (Refúgio Biológico Bela Vista), da Itaipu Binacional, e o PEK (Parque Ecológico Klabin), em Telêmaco Borba, na região central.
O intercâmbio aconteceu em abril de 2024, quando a Klabin enviou um casal de gatos-maracajá (Leopardus wiedii) para o RBV e recebeu três pacas (duas fêmeas e um macho) da instituição.
Uma das pacas acasalou com o único macho da espécie que existia até então no plantel da Klabin, gerando um filhotinho no início de janeiro. O nascimento foi comemorado pelas duas instituições.
Leia mais:

Mega-Sena acumula novamente e tem prêmio estimado em R$ 60 milhões

Brasil é 5º país com mais denúncias de abuso sexual infantil online, aponta relatório

Felipe Neto diz que é pré-candidato à Presidência em 2026

PRF apreende crack e haxixe marroquino na BR-369 em Cambé
“O intercâmbio de animais entre Itaipu e instituições parceiras é essencial para fortalecer os programas de reprodução de espécies e aumentar a diversidade genética na região, contribuindo para a conservação da biodiversidade”, afirma a zootecnista da Itaipu, Fabiana Stamm.
“Além de expandir o conhecimento técnico e aprimorar nossos bancos genéticos, a reprodução desse animal ressalta a importância da conservação de espécies ameaçadas, aproximando a população da conscientização”, destaca o coordenador do Parque Ecológico Klabin, Paulo Schmidlin.
Ainda não é possível saber o sexo do filhote, pois os profissionais do PEK estão respeitando o tempo de contato com o animal, ainda nesse início de vida. O novo morador do Parque está sendo mantido num recinto com os pais.
No decorrer dos dias, ele será reavaliado e, de acordo com o comportamento animal, poderá ser colocado em outro recinto.
De acordo com a zootecnista da Itaipu, as pacas são dispersoras de sementes e os gatos-maracajá ajudam a manter o equilíbrio ecológico, como predadores de outras espécies menores.
Os gatos-maracajá e as pacas são espécies classificadas, respectivamente, como em perigo de extinção e vulnerável, de acordo com a Livro Vermelho da Fauna Ameaçada no Estado do Paraná.
Leia a reportagem completa na FOLHA DE LONDRINA:
