A safra de uva fina de mesa deve quebrar em 40% nas principais regiões produtoras paranaenses. Em Marialva (17 km a leste de Maringá), que concentra a maior área do Estado (1,4 mil hectares), a estimativa inicial de produzir até 25 mil toneladas foi frustrada pelo clima desfavorável, caracterizado por dias frios nos meses de setembro e outubro.
A situação se repete na região de Cornélio Procópio, onde os municípios de Assaí, Uraí, Bandeirantes e Nova América da Colina concentram 1,1 mil hectares. O pico da safra acontece no mês de dezembro.
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Em Bandeirantes, 130 produtores que cultivam 230 ha devem colher quatro mil toneladas de uva. O extensionista da Emater do município, José Elias Evangelista, informou que de 10% a 12% das lavouras foram erradicadas em 2003. O desestimulo foi causado pelos preços baixos aliados à alta nos custos de produção.
Por causa da falta de investimento em tratos culturais, as lavouras produziram menos e, consequentemente, deram menos lucros aos viticultores.
Na região, o preço do quilo da uva itália oscila entre R$1,30 e R$1,50; a rubi é comercializada por R$ 1,70 a R$ 1,80; e a benitaka; de R$ 1,90 a 2,10. ''Esses valores são referentes a uva de qualidade'', disse ele, acrescentando que para ser viável, a uva teria que ser vendida a R$ 2,30.
Leia a matéria completa na edição desta sexta da Folha de Londrina