Muito antes da polêmica em torno dos transgênicos, cooperativas e empresas que trabalham com recebimento e venda de soja no Paraná, já vem utilizando testes, feitos a campo ou no momento do recebimento do produto, para identificar possíveis misturas e contaminações de Organismos Geneticamente Modificados (OGM).
Algumas cooperativas utilizam o processo desde 1999 como forma de controle de qualidade do que o seu associado está produzindo. O teste mais simples, que pode ser feito a campo ou por amostra em laboratório, é o chamado teste da fita.
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Há os testes Elisa ou PCR, feitos somente em laboratório, que quantificam a presença de OGM no produto analisado. No Paraná algums laboratórios estão credenciados para fazer o teste da fita e emitir laudos de certificação. Há também estrutura para os testes mais complexos que, além da presença, indicam quantidade de organismos modificados.
Leia a matéria completa na edição desta quarta da Folha de Londrina