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Dengue

Saúde aumenta em 44% o número de agentes de combate ao Aedes aegypti

Agência Brasil
04 abr 2016 às 18:20

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O Ministério da Saúde alterou os critérios para a contratação de agentes de combate a endemias em todos os municípios brasileiros, ampliando em 44% o número de profissionais que podem ser integrados às prefeituras com incentivo de custeio do governo federal.

"A nova estratégia visa à ampliação das equipes e ao fortalecimento do enfrentamento ao Aedes aegypti", destacou o ministério. Os agentes de combate às endemias têm importante papel na mobilização nacional para orientação de medidas de proteção às pessoas do mosquito transmissor da dengue, do vírus Zika e da febre chikungunya, além de identificação e eliminação de focos".

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Com o novo limite de agentes que podem ser empregados pelas prefeituras por meio da Assistência Financeira Complementar, a capacidade de contratação dos profissionais passa de 62.154 para 89.708 em todo o país. O auxílio financeiro será pago mensalmente pelo ministério aos municípios que comprometerem acima de 50% do piso fixo de vigilância em saúde com o pagamento dos agentes inscritos no Sistema Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde.


A portaria estabelece que os agentes de combate a endemia alcancem 800 imóveis mensalmente, sob regime de 40 horas semanais, além de ter vínculo direto com órgão ou entidade da administração direta, autarquia ou fundação.

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O número mínimo de profissionais será por critério populacional – cidades com até 5 mil habitantes devem ter, pelo menos, dois deles; entre 5 mil e 10 mil habitantes, três; de 10 a 20 mil habitantes, quatro; e, a partir de 20 mil habitantes, cinco. Outra mudança é necessidade de instituir um supervisor para cada grupo de dez agentes.


A previsão é que cada agente receba R$ 1.014 mensais pelo trabalho. O valor será transferido aos municípios, que efetuam o repasse ao funcionário. Os salários dos profissionais que forem inscritos na nova etapa serão pagos com recursos orçamentários do ministério.

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Além do enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, os agentes de combate a endemias apoiam os gestores locais no desenvolvimento e na execução de ações educativas e de controle de doenças ou agravos nas comunidades. Os profissionais devem promover iniciativas como orientar a população sobre sintomas, riscos e sobre agentes transmissores de doenças, com as respectivas medidas de prevenção individual e coletiva.


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