A Secretaria Municipal de Saúde está investindo em oficinas para confecção de armadilhas caseiras contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. Os primeiros aprendizes do experimento, conhecido também como "mosquitérica", foram 50 idosos atendidos pelo grupo de convivência da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Conjunto João Paz, na zona norte. A iniciativa deve ser estendida ainda nesta semana às unidades do Jardim Campos Verdes e dos conjuntos Maria Cecília e Aquiles Stenghel.
A oficina de "mosquitéricas" deu uma nova utilidade para materiais que corriam o risco de ir direto para o lixo. É o caso das garrafas pet. Cortado, o fundo do recipiente recebeu alpiste e água, até ser encaixado com o "funil" que sobrou do restante da garrafa, com a ajuda de uma fita isolante.
Um microtule fixado entre a boca da garrafa e o anel do lacre impede que os ovos depositados pelo mosquito retornem ao meio externo. Assim, as larvas que vingarem morrerão afogadas. As armadilhas devem ser deixadas em locais com sombra e conter água fresca. À medida que a água vai baixando, o morador deve por mais. (Antoniele Luciano/Folha de Londrina)
A oficina de "mosquitéricas" deu uma nova utilidade para materiais que corriam o risco de ir direto para o lixo. É o caso das garrafas pet. Cortado, o fundo do recipiente recebeu alpiste e água, até ser encaixado com o "funil" que sobrou do restante da garrafa, com a ajuda de uma fita isolante.
Um microtule fixado entre a boca da garrafa e o anel do lacre impede que os ovos depositados pelo mosquito retornem ao meio externo. Assim, as larvas que vingarem morrerão afogadas. As armadilhas devem ser deixadas em locais com sombra e conter água fresca. À medida que a água vai baixando, o morador deve por mais. (Antoniele Luciano/Folha de Londrina)