Uma portaria do Ministério da Saúde publicada na última quinta incluiu na lista do Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento fingolimode, indicado para o tratamento de esclerose múltipla. Até então, a rede pública oferecia apenas três medicamentos para a doença (betainterferonas, glatirâmer e natalizumabe). O novo remédio já tem a venda autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas desde maio entidades que defendem pacientes com esclerose múltipla cobravam do governo a incorporação do tratamento no rol de serviços oferecidos pela rede pública. O remédio custa R$ 6 mil por mês.