Não só as crianças, mas também os pais delas agradecem pela reforma realizada no telhado do Colégio Estadual Thiago Terra, no Jardim União da Vitória, zona sul de Londrina. O centro de ensino vai começar 2016 com uma cobertura novinha, que não deixará mais a chuva inundar as salas de aula, a cozinha e a biblioteca, como nos últimos meses de 2015, após as telhas serem arrancadas num temporal.
A tempestade aconteceu no dia 11 de julho e forçou os professores a dispensar os cerca de 750 alunos. Na ocasião, alimentos, livros e outros objetos foram danificados pela água.
O Governo do Paraná iniciou a execução de reparos emergências ainda no passado e a obra foi entregue aos professores e diretora do colégio. Trabalho que custou
R$ 59.902,54 ao Estado.
Sorte para a dona de casa Edna Alves Silva, que mora na Rua dos Pastores, ao lado do estabelecimento de ensino. "Ainda bem que conseguiram terminar a obra antes do início das aulas. Eu estava preocupada. A minha filha Emily (10 anos) irá fazer a 6° série neste colégio. Caso a escola não pudesse receber os alunos, eu teria de levar minha filha até o Centro de Atendimento Integrado a Criança (CAIC), aqui mesmo na zona sul, mas que fica a quase um quilômetro de distância daqui", explicou a dona de casa.
Melhoria que deixou não só a estudante Emily empolgada, mas também os seus irmãos Gabriel, de oito anos, e Kemelly, de nove, pois terão ela estudando perto de casa agora. O trio até posou para a foto e demonstrou que curtiu a melhoria com "joinhas". Agora resta ao Estado consertar os diversos vidros quebrados das janelas do colégio.
A tempestade aconteceu no dia 11 de julho e forçou os professores a dispensar os cerca de 750 alunos. Na ocasião, alimentos, livros e outros objetos foram danificados pela água.
O Governo do Paraná iniciou a execução de reparos emergências ainda no passado e a obra foi entregue aos professores e diretora do colégio. Trabalho que custou
R$ 59.902,54 ao Estado.
Sorte para a dona de casa Edna Alves Silva, que mora na Rua dos Pastores, ao lado do estabelecimento de ensino. "Ainda bem que conseguiram terminar a obra antes do início das aulas. Eu estava preocupada. A minha filha Emily (10 anos) irá fazer a 6° série neste colégio. Caso a escola não pudesse receber os alunos, eu teria de levar minha filha até o Centro de Atendimento Integrado a Criança (CAIC), aqui mesmo na zona sul, mas que fica a quase um quilômetro de distância daqui", explicou a dona de casa.
Melhoria que deixou não só a estudante Emily empolgada, mas também os seus irmãos Gabriel, de oito anos, e Kemelly, de nove, pois terão ela estudando perto de casa agora. O trio até posou para a foto e demonstrou que curtiu a melhoria com "joinhas". Agora resta ao Estado consertar os diversos vidros quebrados das janelas do colégio.