Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. E o comerciante Luiz Antonio Martinez, 47 anos, se recorda bem da Copa de 1998, quando decidiu turbinar o "mix" de produtos de sua loja e apostou na paixão do brasileiro pelo futebol. Desde então, junto com mochilas, bolsas, sacolas de viagens e outros itens, ele vende também artigos ligados à Copa do Mundo durante o período de jogos.
Com a experiência acumulada nas Copas passadas, o comerciante conta que a edição deste ano tem variedade, mas sem muita novidade. "Os fornecedores que trabalham com esses artigos já sabem o que dá giro. Então de uma Copa para outra chegam chapéus diferentes, bonés, modelos de camisetas que agradam a clientela", avalia.
De bandeiras dos vários países participantes a xícaras temáticas, o consumidor pode escolher como vai ser a festa em casa ou na empresa. Bandeirinhas, perucas, camisetas e cornetas de inúmeros modelos e de longo alcance sonoro são preferência da ala infantil. "Para as mães, quanto mais barulho melhor. É um momento de motivar, celebrar e as mães fazem isso com sabedoria", expõe o comerciante.
Com a sacola cheia, a cabeleireira Fátima Léris da Silva, 38 anos, dona de salão no Jardim Leonor (Zona Oeste de Londrina), prometer receber as clientes no clima do Mundial: "já comecei a enfeitar e quero deixar tudo no tema, tudo verde e amarelo".
A torcida do comércio agora é que o Brasil fique com a taça. Assim, a empolgação vai continuar até depois da Copa. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
Com a experiência acumulada nas Copas passadas, o comerciante conta que a edição deste ano tem variedade, mas sem muita novidade. "Os fornecedores que trabalham com esses artigos já sabem o que dá giro. Então de uma Copa para outra chegam chapéus diferentes, bonés, modelos de camisetas que agradam a clientela", avalia.
De bandeiras dos vários países participantes a xícaras temáticas, o consumidor pode escolher como vai ser a festa em casa ou na empresa. Bandeirinhas, perucas, camisetas e cornetas de inúmeros modelos e de longo alcance sonoro são preferência da ala infantil. "Para as mães, quanto mais barulho melhor. É um momento de motivar, celebrar e as mães fazem isso com sabedoria", expõe o comerciante.
Com a sacola cheia, a cabeleireira Fátima Léris da Silva, 38 anos, dona de salão no Jardim Leonor (Zona Oeste de Londrina), prometer receber as clientes no clima do Mundial: "já comecei a enfeitar e quero deixar tudo no tema, tudo verde e amarelo".
A torcida do comércio agora é que o Brasil fique com a taça. Assim, a empolgação vai continuar até depois da Copa. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
Comércio espera faturar alto com as vendas de artigos ligados ao mundial de futebol no Brasil

A cabeleireira Fátima da Silva admite que é
meio estranho "passar a Copa em branco"
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