O superintendente do Terminal Rodoviário de Londrina, Sandro Neves, explicou que trabalha para solucionar os problemas. Porém admite que a arrecadação da estação não é suficiente para tantas demandas. "Goteiras estão aqui desde a inauguração. Foi feito um estudo sobre elas no ano de 2015. Foram expostos os danos e as soluções para a situação. O objetivo inicial era recuperar a pista de embarque", disse Neves. "Fizemos um levantamento dos custos, que ficariam em torno de R$ 1,8 milhão . Porém não temos todo o recurso, pois o terminal se mantém apenas com a própria arrecadação", informou ele, emendando. "Segundo o levantamento, não foi identificado qualquer problema estrutural, como corrosões nas ferragens", afirmou.
Sobre a aparente ausência de luz durante o dia, ele avalia que o terminal possui pontos de iluminação natural suficientes. "Em 2012, junto à Copel (Companhia Paranaense de Energia), foi elaborado um projeto de eficiência enérgica. Assim, durante o dia as luzes ficam apagadas. A não ser quando o tempo está muito fechado. Nosso terminal também possui pontos de luz, que ajudam a dar claridade ao espaço interno. Além disso as luzes ficam acesas em túneis e escadas", comentou o superintendente.
Ele comentou também sobre a falta de extintores em alguns pontos do terminal. "Recentemente, usamos alguns extintores para apagar o fogo de um veículo. Eles estão em recarga no momento. Porém, em caso de urgência, há outros equipamentos disponíveis. Além disso, alguns objetos foram furtados", acrescentou ele.
O acesso localizado ao lado do estádio VGD não possui rampa para facilitar a entrada do usuário com limitações físicas, apenas uma escadaria. Um elevador poderá amenizar o problema. "Infelizmente, a escada rolante foi instalada em apenas um dos pontos do terminal, há muitos anos. Gostaríamos de colocar outra também no outro acesso, porém o custo da instalação é altíssimo. Estamos estudando a colocação de um elevador, projeto que está em fase de elaboração", concluiu Neves. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)