À primeira vista, o visual no estilo "bad boy" é igual ao de qualquer jovem de 17 anos. Mas o curitibano Alexander Brasil não nasceu menino, mas desde pequeno já sabia que o corpo feminino não era o que queria. Em entrevista ao jornal Extra, do Rio, o adolescente contou que por volta dos três anos já tinha consciência de que "era menino".
Quando foi entrando na adolescência, Alexander começou a usar hormônios para realizar uma mudança de sexo. Com acompanhento psicológico e de outros especialistas, o rapaz foi se transformando até atingir uma aparência praticamente masculina. Tudo estaria bem, não fosse por um detalhe: as mamas. E para concluir sua transição sexual, ele decidiu fazer uma "vaquinha" pela internet na tentativa de arrecadar os R$ 3 mil de que precisa para dar entrada no procedimento cirúrgico.
"Passei muito tempo da minha vida tentando fingir que eu era outra pessoa, mas acho que tem uma hora que não dá mais e precisa ser sincero com a gente mesmo. Ainda sou muito inseguro. Não consigo ter relações sexuais, ficar sem camisa. Não consigo abraçar meus amigos. Afeta muito. Morro de dor por ter que andar todo enfaixado, mas prefiro andar assim por aí do que sentir a dor emocional", revelou o jovem.
Alexander conou que no início do ano ele chegou até a marcar a cirurgia através de seu plano de saúde. Porém, tudo foi desmarcado pela seguradora, que teria dado a seguinte explicação: "não havia registro de tal procedimento (chamado de mastectomia) no Brasil". No ambulatório público destinado a atender homens e mulheres transexuais de Curitiba, ainda não há a realização de cirurgias, apenas acompanhemento médico. "uero ser reconhecido pelo que realmente sou", concluiu Alexander.
Quando foi entrando na adolescência, Alexander começou a usar hormônios para realizar uma mudança de sexo. Com acompanhento psicológico e de outros especialistas, o rapaz foi se transformando até atingir uma aparência praticamente masculina. Tudo estaria bem, não fosse por um detalhe: as mamas. E para concluir sua transição sexual, ele decidiu fazer uma "vaquinha" pela internet na tentativa de arrecadar os R$ 3 mil de que precisa para dar entrada no procedimento cirúrgico.
"Passei muito tempo da minha vida tentando fingir que eu era outra pessoa, mas acho que tem uma hora que não dá mais e precisa ser sincero com a gente mesmo. Ainda sou muito inseguro. Não consigo ter relações sexuais, ficar sem camisa. Não consigo abraçar meus amigos. Afeta muito. Morro de dor por ter que andar todo enfaixado, mas prefiro andar assim por aí do que sentir a dor emocional", revelou o jovem.
Alexander conou que no início do ano ele chegou até a marcar a cirurgia através de seu plano de saúde. Porém, tudo foi desmarcado pela seguradora, que teria dado a seguinte explicação: "não havia registro de tal procedimento (chamado de mastectomia) no Brasil". No ambulatório público destinado a atender homens e mulheres transexuais de Curitiba, ainda não há a realização de cirurgias, apenas acompanhemento médico. "uero ser reconhecido pelo que realmente sou", concluiu Alexander.