Pelo menos quatro presos foram assassinados por outros detentos durante uma rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC), no Oeste do Estado, que começou por volta das 6 horas do domingo e não havia terminado até o fechamento desta edição. Dois presos foram decapitados e outros dois morreram após serem lançados de cima do telhado. Segundo o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), dois agentes penitenciários foram feitos reféns e, no mínimo, outros cinco presos foram feridos gravemente. O total de vítimas não tinha como ser apurado, pois as autoridades estariam sem acesso ao interior da unidade, que abrigava 1044 internos.
A rebelião teve início no momento em que um agente penitenciário que servia o café da manhã foi rendido pelos presos, que fizeram refém mais um agente penitenciário e companheiros de detenção. Os presos rebelados subiram para o telhado da unidade, onde exibiram os reféns e faixas com a inscrição PCC, em referência à organização criminosa Primeiro Comando da Capital.
Os presos reclamam de falta de estrutura, má qualidade da alimentação e restrições quanto às visitas. A água e a energia foram cortados no começo da tarde. Ainda no domingo, 77 presos foram transferidos. De acordo com o Depen, mais da metade da penitenciária estava tomada até o início da noite e 80% dos pavilhões foram destruídos.
A rebelião teve início por volta das 6h30 de ontem, no momento em que um agente penitenciário que servia o café da manhã foi rendido pelos presos, que fizeram refém mais um agente penitenciário e colegas de detenção. Os presos rebelados subiram para o telhado da unidade, onde exibiram os reféns e faixas com a inscrição PCC, em referência à organização criminosa Primeiro Comando da Capital. Até as 20h30 de domingo, as negociações continuavam sem avanços. (Folha de Londrina)
A rebelião teve início no momento em que um agente penitenciário que servia o café da manhã foi rendido pelos presos, que fizeram refém mais um agente penitenciário e companheiros de detenção. Os presos rebelados subiram para o telhado da unidade, onde exibiram os reféns e faixas com a inscrição PCC, em referência à organização criminosa Primeiro Comando da Capital.
Os presos reclamam de falta de estrutura, má qualidade da alimentação e restrições quanto às visitas. A água e a energia foram cortados no começo da tarde. Ainda no domingo, 77 presos foram transferidos. De acordo com o Depen, mais da metade da penitenciária estava tomada até o início da noite e 80% dos pavilhões foram destruídos.
A rebelião teve início por volta das 6h30 de ontem, no momento em que um agente penitenciário que servia o café da manhã foi rendido pelos presos, que fizeram refém mais um agente penitenciário e colegas de detenção. Os presos rebelados subiram para o telhado da unidade, onde exibiram os reféns e faixas com a inscrição PCC, em referência à organização criminosa Primeiro Comando da Capital. Até as 20h30 de domingo, as negociações continuavam sem avanços. (Folha de Londrina)