Grande revelação do BMX londrinense nos últimos anos, a piloto Julia Alves, 18 anos, terá uma temporada decisiva pela frente. Em transição para a categoria elite, a atleta é uma das postulantes brasileiras a uma vaga na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. E vai precisar mostrar serviço para deixar a pesada concorrência comendo poeira nesta briga.
Mais nova das quatro candidatas à uma vaga, Julia só leva desvantagem no quesito experiência internacional. E só com um bom desempenho em 2015, a londrinense terá condições de virar o jogo. A meta, portanto, é garantir participação no maior número possível de competições fora do país para somar pontos para o ranking da União Ciclística Internacional (UCI), único critério de classificação para os Jogos do Rio.
"Quero participar das etapas da Copa do Mundo de Supercross (cinco no total) porque são as competições que valem mais pontos no ranking", projeta a jovem. "É um ano chave para quem quer ir à Olimpíada e é preciso somar o maior número de pontos possíveis", reforça a atleta, que fechou 2014 na 35ª colocação do ranking júnior da UCI, com 85 pontos.
Para participar de todas estas competições, no entanto, a piloto terá que superar um outro problema, velho conhecido dos atletas brasileiros: dinheiro. "Estamos tentando viabilizar a ida dela para estes campeonatos", diz a mãe de Julia, Débora, principal incentivadora da filha, atual bicampeã paulista e terceira colocada no Brasileiro.
Por causa disso, a única competição já garantida no calendário da londrinense é o Campeonato Pan-Americano, em maio, no Chile. E isso só será possível graças ao esforço da própria atleta, que ganhou a edição 2015 do ‘4X Downhill’, em São Roque-SP, no início do ano. Ela levou um prêmio de R$ 3 mil, que será usado para bancar sua ida ao torneio chileno.
Nesta batalha, Julia projeta ainda fazer alguns treinos fora do Brasil para diminuir a vantagem das concorrentes Bianca Quinália, Priscila Stevaux e Thaynara Morosini, que contaram com esse privilégio nos últimos anos. "Também é fundamental para treinar em pistas de Supercross (formato no qual é disputado o torneio dos Jogos Olímpicos). Elas já tiveram essa chance e têm mais experiência, mas é questão de treino, não estou muito atrás", avisa. (Rafael Souza/Folha de Londrina)
Mais nova das quatro candidatas à uma vaga, Julia só leva desvantagem no quesito experiência internacional. E só com um bom desempenho em 2015, a londrinense terá condições de virar o jogo. A meta, portanto, é garantir participação no maior número possível de competições fora do país para somar pontos para o ranking da União Ciclística Internacional (UCI), único critério de classificação para os Jogos do Rio.
"Quero participar das etapas da Copa do Mundo de Supercross (cinco no total) porque são as competições que valem mais pontos no ranking", projeta a jovem. "É um ano chave para quem quer ir à Olimpíada e é preciso somar o maior número de pontos possíveis", reforça a atleta, que fechou 2014 na 35ª colocação do ranking júnior da UCI, com 85 pontos.
Para participar de todas estas competições, no entanto, a piloto terá que superar um outro problema, velho conhecido dos atletas brasileiros: dinheiro. "Estamos tentando viabilizar a ida dela para estes campeonatos", diz a mãe de Julia, Débora, principal incentivadora da filha, atual bicampeã paulista e terceira colocada no Brasileiro.
Por causa disso, a única competição já garantida no calendário da londrinense é o Campeonato Pan-Americano, em maio, no Chile. E isso só será possível graças ao esforço da própria atleta, que ganhou a edição 2015 do ‘4X Downhill’, em São Roque-SP, no início do ano. Ela levou um prêmio de R$ 3 mil, que será usado para bancar sua ida ao torneio chileno.
Nesta batalha, Julia projeta ainda fazer alguns treinos fora do Brasil para diminuir a vantagem das concorrentes Bianca Quinália, Priscila Stevaux e Thaynara Morosini, que contaram com esse privilégio nos últimos anos. "Também é fundamental para treinar em pistas de Supercross (formato no qual é disputado o torneio dos Jogos Olímpicos). Elas já tiveram essa chance e têm mais experiência, mas é questão de treino, não estou muito atrás", avisa. (Rafael Souza/Folha de Londrina)