A noite era para ser somente de alegria e azaração, mas terminou em sangue no último domingo. Por volta das 3h40 da madrugada, de acordo com o relatório de ocorrências do Corpo de Bombeiros, os socorristas do Siate foram chamados em um bar, localizado na esquina das ruas Acre e Rio Grande do Sul, no centro da cidade. O pedido de socorro assegurava que várias pessoas teriam sido baleadas no local. Entre os feridos estaria Everton Gouvela da Silva, 22 anos, que morreu na calçada em frente ao estabelecimento. Segundo informações do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), outras três mulheres e um homem teriam sido atingidos pelos tiros. Inicialmente sem risco de morte, eles foram socorridos e encaminhados para a UPA (Unidade Pronto Atendimento) e Santa Casa.
Vítimas que teriam sido encaminhadas para hospitais da região. O Copom informou que os suspeitos, dois homens, teriam chegado de motocicleta ao local. Um deles deixou o veículo e caminhou em direção ao bar, disparando diversas vezes contra Everton. O Centro de Operações da Polícia Militar divulgou ainda que, até a tarde de domingo, nenhum suspeito tinha sido preso pela execução. A motivação do ataque era desconhecida pela PM. O estabelecimento possui câmeras de vigilância, que podem auxiliar os policiais da Delegacia de Homicídios, responsáveis pela apuração do caso.
De acordo com informações extraoficiais, Everton usava tornozeleira eletrônica e estaria em liberdade assistida. O aparelho estaria envolvido por papel alumínio, supostamente usado para bloquear o sinal. O jovem seria sepultado na manhã desta segunda-feira, no cemitério Jardim da Saudade.
Vítimas que teriam sido encaminhadas para hospitais da região. O Copom informou que os suspeitos, dois homens, teriam chegado de motocicleta ao local. Um deles deixou o veículo e caminhou em direção ao bar, disparando diversas vezes contra Everton. O Centro de Operações da Polícia Militar divulgou ainda que, até a tarde de domingo, nenhum suspeito tinha sido preso pela execução. A motivação do ataque era desconhecida pela PM. O estabelecimento possui câmeras de vigilância, que podem auxiliar os policiais da Delegacia de Homicídios, responsáveis pela apuração do caso.
De acordo com informações extraoficiais, Everton usava tornozeleira eletrônica e estaria em liberdade assistida. O aparelho estaria envolvido por papel alumínio, supostamente usado para bloquear o sinal. O jovem seria sepultado na manhã desta segunda-feira, no cemitério Jardim da Saudade.