Pai do Idoso, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. O objetivo principal da prática é trabalhar a sensibilidade e o respeito às diferentes fases de vida e a valorização da pessoa idosa na comunidade e sociedade. NOSSODIA esteve na Escola Municipal Francisco Pereira Almeida Junior, região leste, e acompanhou de pertinho uma tarde cheia de diversão e troca de experiências.
Se as crianças exalam energia e vitalidade, os idosos não ficam atrás e ainda trazem experiência. Com cores diferentes e gritos de guerra, os grupos formaram fila, somaram esforços e para a professora aposentada Maria Napolitana, 82 anos, o corre-corre serviu de treino. "Estou para ser avó", alegra-se. Dona Napô diz ainda que não pensou duas vezes ao saber do encontro com as crianças. "Estou aprendendo". A aposentada Maria de Barros, 63 anos, encabeçava a Equipe Amarela. "É uma ideia ótima e isso quebra a rotina. Sem contar como é boa a energia que as crianças dão para a gente". O também aposentado Rubens Couza, 71 anos, caprichou na faixa amarrada na testa. "É uma experiência bacana, a gente se distrai e até resgata brincadeiras do tempo em que a gente era criança". A esposa de seu Rubens, dona Therezinha Couza, 69 anos, também aderiu ao movimento. "Mesmo com problema na coluna, eu tenho muita disposição e vontade de fazer as coisas. Acho que isso tá dentro da gente. Eu tenho três netos, uma de 10 anos que joga futebol na escolinha do Londrina, a Gabi de 12 e o mais velho, de 18, já trabalha. Gosto de conversar e acompanhar o desenvolvimento de todos. É bom participar, a gente se sente ativo." Segundo a assistente social da Secretaria do Idoso, Rosely Sonoda Gomes, uma das responsáveis pelo projeto, a gincana com os idosos e as crianças de seis anos tem como propósito integrar as gerações. "De forma lúdica as crianças aprendem a dividir, a cooperar e a planejar. Esta experiência entre as gerações é muito rica, pois além de promover a troca de conhecimento, resgata o respeito e a valorização a diferentes fases da vida", destacou. "Também mostramos às crianças que elas também têm muito a oferecer aos idosos, como a alegria e espontaneidade delas", explicou Gomes. Dentro deste projeto, as atividades a serem aplicadas nas oficinas serão escolhidas de acordo com o perfil e características do grupo, como troca de papéis, dinâmicas, gincanas, roda de conversa, teatro, exposição dos trabalhos, histórias, cantigas entre outras.
Se as crianças exalam energia e vitalidade, os idosos não ficam atrás e ainda trazem experiência. Com cores diferentes e gritos de guerra, os grupos formaram fila, somaram esforços e para a professora aposentada Maria Napolitana, 82 anos, o corre-corre serviu de treino. "Estou para ser avó", alegra-se. Dona Napô diz ainda que não pensou duas vezes ao saber do encontro com as crianças. "Estou aprendendo". A aposentada Maria de Barros, 63 anos, encabeçava a Equipe Amarela. "É uma ideia ótima e isso quebra a rotina. Sem contar como é boa a energia que as crianças dão para a gente". O também aposentado Rubens Couza, 71 anos, caprichou na faixa amarrada na testa. "É uma experiência bacana, a gente se distrai e até resgata brincadeiras do tempo em que a gente era criança". A esposa de seu Rubens, dona Therezinha Couza, 69 anos, também aderiu ao movimento. "Mesmo com problema na coluna, eu tenho muita disposição e vontade de fazer as coisas. Acho que isso tá dentro da gente. Eu tenho três netos, uma de 10 anos que joga futebol na escolinha do Londrina, a Gabi de 12 e o mais velho, de 18, já trabalha. Gosto de conversar e acompanhar o desenvolvimento de todos. É bom participar, a gente se sente ativo." Segundo a assistente social da Secretaria do Idoso, Rosely Sonoda Gomes, uma das responsáveis pelo projeto, a gincana com os idosos e as crianças de seis anos tem como propósito integrar as gerações. "De forma lúdica as crianças aprendem a dividir, a cooperar e a planejar. Esta experiência entre as gerações é muito rica, pois além de promover a troca de conhecimento, resgata o respeito e a valorização a diferentes fases da vida", destacou. "Também mostramos às crianças que elas também têm muito a oferecer aos idosos, como a alegria e espontaneidade delas", explicou Gomes. Dentro deste projeto, as atividades a serem aplicadas nas oficinas serão escolhidas de acordo com o perfil e características do grupo, como troca de papéis, dinâmicas, gincanas, roda de conversa, teatro, exposição dos trabalhos, histórias, cantigas entre outras.