Dezenas de moradores usam diariamente a passagem subterrânea localizada entre as ruas Patativa e Pelicano, no Jardim Paraíso, Zona Norte de Londrina, depois de buscarem os filhos na Escola Municipal Haydee Colli Monteiro, no mesmo bairro. O espaço é escuro, malcheiroso, sujo, perigoso e fica sob a linha de trem que corta a região. A população não tem escolha. Caso não queira utilizar a passagem, a via mais próxima fica a cerca de 100 metros de distância, na Avenida Águia Imperial.
"Se de tarde já é ruim passar por aqui, imagina de noite?", questiona a professora Paula Polyane Garcia, com a filha Amanda, de um ano e três meses, no colo. Por volta das 18 horas de segunda-feira, ela tinha acabado de pegar sua filha na creche. "Dentro da passagem não tem uma luz sequer. Aqui fora tem esse poste, mas a luz praticamente não funciona. Acende só uma vez por mês", conta Paula.
Além da escuridão, os moradores reclamam do cheiro ruim e da sujeira. O mato em volta, as paredes pichadas e imundas refletem o abandono. "É bem complicado passar neste lugar. Mas não temos outra opção. De noite eu procuro até evitar de usar por causa do perigo. Principalmente quando estou com crianças", diz o pintor Maurício Gonçalves após buscar a filha na Escola Municipal Haydee Colli Monteiro. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
"Se de tarde já é ruim passar por aqui, imagina de noite?", questiona a professora Paula Polyane Garcia, com a filha Amanda, de um ano e três meses, no colo. Por volta das 18 horas de segunda-feira, ela tinha acabado de pegar sua filha na creche. "Dentro da passagem não tem uma luz sequer. Aqui fora tem esse poste, mas a luz praticamente não funciona. Acende só uma vez por mês", conta Paula.
Além da escuridão, os moradores reclamam do cheiro ruim e da sujeira. O mato em volta, as paredes pichadas e imundas refletem o abandono. "É bem complicado passar neste lugar. Mas não temos outra opção. De noite eu procuro até evitar de usar por causa do perigo. Principalmente quando estou com crianças", diz o pintor Maurício Gonçalves após buscar a filha na Escola Municipal Haydee Colli Monteiro. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)