De acordo com o delegado Algacir Ramos, da Delegacia de Trânsito de Londrina, as ruas londrinenses registram uma média de 20 a 25 mortes por mês. Segundo ele, pelos menos 10 das vítimas são motociclistas.
"Acredito que 95% dessas mortes acontecem por imprudência dos condutores. Principalmente dos motociclistas. A velocidade excessiva desenvolvida pelas pessoas no trânsito é outro agravante", apontou Ramos. "Para se ter uma ideia, a Companhia de Trânsito da Polícia Militar registra uma média de seis acidentes por dia em nossa cidade. É um número muito alto", avaliou o delegado.
Um dos acidentes que terminou em morte foi registrado no dia 5 de junho. Adriana Margato, 38 anos, morreu na rua Serra dos Pirineus, entre os Jardins Bandeirantes e Sabará, na Zona Oeste. Ela conduzia uma Honda Biz e foi atingida frontalmente por uma Nissan Frontier. O condutor da caminhoneta fugiu sem prestar socorro. Na última sexta, o delegado da Delegacia de Trânsito deu detalhes sobre o caso. "Um dia depois do acidente, o advogado do motorista da caminhoneta entrou em contato comigo por telefone, dizendo que seu cliente queria se apresentar. Eu disse que não tinha interesse, pois queria ouvir primeiro as testemunhas do acidente. Além disso, o laudo da Polícia Militar ainda não me foi entregue. Preciso me inteirar do que aconteceu primeiro para depois escutá-lo", adiantou Algacir Ramos. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
"Acredito que 95% dessas mortes acontecem por imprudência dos condutores. Principalmente dos motociclistas. A velocidade excessiva desenvolvida pelas pessoas no trânsito é outro agravante", apontou Ramos. "Para se ter uma ideia, a Companhia de Trânsito da Polícia Militar registra uma média de seis acidentes por dia em nossa cidade. É um número muito alto", avaliou o delegado.
Um dos acidentes que terminou em morte foi registrado no dia 5 de junho. Adriana Margato, 38 anos, morreu na rua Serra dos Pirineus, entre os Jardins Bandeirantes e Sabará, na Zona Oeste. Ela conduzia uma Honda Biz e foi atingida frontalmente por uma Nissan Frontier. O condutor da caminhoneta fugiu sem prestar socorro. Na última sexta, o delegado da Delegacia de Trânsito deu detalhes sobre o caso. "Um dia depois do acidente, o advogado do motorista da caminhoneta entrou em contato comigo por telefone, dizendo que seu cliente queria se apresentar. Eu disse que não tinha interesse, pois queria ouvir primeiro as testemunhas do acidente. Além disso, o laudo da Polícia Militar ainda não me foi entregue. Preciso me inteirar do que aconteceu primeiro para depois escutá-lo", adiantou Algacir Ramos. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)