Com 32 anos de experiência, Jorge Lacerda, 53 anos, se encanta ao apresentar o BT 210, um dos mais modernos tratores agrícolas do mercado. Cada pneu tem um metro e meio de altura e a imponência segue até a cabine do operador. Natural de Ponta Grossa, Lacerda começou a trabalhar aos 16 anos com metalúrgica, depois se dedicou a reparos em caixa de câmbio e de direção de caminhões. Quando a empresa passou a representar tratores de uma grande montadora, ele abraçou as oportunidades que surgiram.
"Eu já tinha uma base e passei a frequentar os cursos oferecidos pela fábrica. Estive em Mogi das Cruzes (SP) e em Santa Rosa (RS). Foram umas dez viagens para conhecer técnicas, novos produtos e macetes para ter agilidade e padrão nos serviços", explica Lacerda. Há dois anos, ele foi transferido para Londrina. Como um conhecedor do mercado, o técnico em Mecânica Pesada considera que o segmento está carente de profissionais. "Os jovens não querem colocar a mão na massa e nem na graxa", brinca.
E olha que os ganhos e as condições de trabalho na área são bem interessantes: o horário é comercial e o salário começa em R$ 1.200 e ainda há mais comissões e benefícios. Segundo o técnico, as empresas oferecem oportunidades de aperfeiçoamento e treinamento. E com um curso profissionalizante é possível crescer relativamente rápido na carreira.
Da revisão básica ao socorro na lavoura, o técnico reforça que é preciso gostar do que faz. "A mecânica em si ensina você. Com dedicação, vontade e disposição, dá pra ir longe", garante. Os modelos de máquinas agrícolas variam, assim como o tipo de manutenção. Com ferramentas específicas, Lacerda consegue fazer a máquina voltar para o campo tinindo de boa. De tratores leves a colheitadeiras que podem ultrapassar R$ 1 milhão, é preciso fazer o serviço com muita responsabilidade. "As máquinas ganharam tecnologia avançada e só faltam falar", brinca. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
"Eu já tinha uma base e passei a frequentar os cursos oferecidos pela fábrica. Estive em Mogi das Cruzes (SP) e em Santa Rosa (RS). Foram umas dez viagens para conhecer técnicas, novos produtos e macetes para ter agilidade e padrão nos serviços", explica Lacerda. Há dois anos, ele foi transferido para Londrina. Como um conhecedor do mercado, o técnico em Mecânica Pesada considera que o segmento está carente de profissionais. "Os jovens não querem colocar a mão na massa e nem na graxa", brinca.
E olha que os ganhos e as condições de trabalho na área são bem interessantes: o horário é comercial e o salário começa em R$ 1.200 e ainda há mais comissões e benefícios. Segundo o técnico, as empresas oferecem oportunidades de aperfeiçoamento e treinamento. E com um curso profissionalizante é possível crescer relativamente rápido na carreira.
Da revisão básica ao socorro na lavoura, o técnico reforça que é preciso gostar do que faz. "A mecânica em si ensina você. Com dedicação, vontade e disposição, dá pra ir longe", garante. Os modelos de máquinas agrícolas variam, assim como o tipo de manutenção. Com ferramentas específicas, Lacerda consegue fazer a máquina voltar para o campo tinindo de boa. De tratores leves a colheitadeiras que podem ultrapassar R$ 1 milhão, é preciso fazer o serviço com muita responsabilidade. "As máquinas ganharam tecnologia avançada e só faltam falar", brinca. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)