O que o incomoda mais no ambiente de trabalho? Uma consultoria de mobilidade de talentos dos Estados Unidos fez essa pergunta a 848 profissionais e 45% deles responderam que o colega tagarela é o principal motivo de distração e interrupção nos escritórios. A seguir, com percentual bem abaixo, vieram queixas às trocas de e-mails (citadas por 18% dos entrevistados) e, acredite, sobre os odores dos próprios colegas, com 9%.
Os responsáveis pela pesquisa comentam que "os profissionais tagarelas em geral não fazem ideia de quão irritantes são para seus colegas". Segundo ele, as distrações e interrupções no ambiente corporativo ocorrem quando os falantes perdem a capacidade de discernimento, não compreendem os limites e não percebem que os colegas estão dando sinais de que se incomodam com a conversa fora de hora. Especialistas observam, porém, que profissionais muito comunicativos podem não se encaixar numa determinada função, mas seriam muito úteis em outras áreas.
A recepcionista Letícia Viviane Silva Peixoto já trabalhou como vendedora em revendas de aparelhos de telefone celular e conta que soube explorar bem seu lado comunicativo nessa função. "Para um vendedor, quanto mais falar com as pessoas melhor é para atrair os clientes", afirma. Mas na função que ela exerce atualmente numa indústria de alumínios, o falatório não é muito indicado. "A conversa paralela atrapalha bastante, principalmente quando são assuntos indevidos. Aqui eu monitoro a entrada e saída de pessoas, atendo aos telefonemas, auxilio em algumas tarefas administrativas. Se eu ficar de conversa não dá pra dar atenção total ao meu trabalho", diz.
Antes de assumir a recepção, a funcionária trabalhou por um ano no setor de produção da empresa, onde o contato com os colegas, mais próximo. "Foi difícil eu me adaptar no começo, porque gosto de falar, mas já estou adaptada", revela.
No departamento financeiro da mesma empresa, até a "chefe" tem que se policiar. "Acho que se eu trabalhasse na produção seria demitida por justa causa por causa de conversa", brinca a diretora financeira Jamile El Janene. Mas ela garante que as conversas não atrapalham o rendimento de sua equipe. (Diego Prazeres/Folha de Londrina)
Os responsáveis pela pesquisa comentam que "os profissionais tagarelas em geral não fazem ideia de quão irritantes são para seus colegas". Segundo ele, as distrações e interrupções no ambiente corporativo ocorrem quando os falantes perdem a capacidade de discernimento, não compreendem os limites e não percebem que os colegas estão dando sinais de que se incomodam com a conversa fora de hora. Especialistas observam, porém, que profissionais muito comunicativos podem não se encaixar numa determinada função, mas seriam muito úteis em outras áreas.
A recepcionista Letícia Viviane Silva Peixoto já trabalhou como vendedora em revendas de aparelhos de telefone celular e conta que soube explorar bem seu lado comunicativo nessa função. "Para um vendedor, quanto mais falar com as pessoas melhor é para atrair os clientes", afirma. Mas na função que ela exerce atualmente numa indústria de alumínios, o falatório não é muito indicado. "A conversa paralela atrapalha bastante, principalmente quando são assuntos indevidos. Aqui eu monitoro a entrada e saída de pessoas, atendo aos telefonemas, auxilio em algumas tarefas administrativas. Se eu ficar de conversa não dá pra dar atenção total ao meu trabalho", diz.
Antes de assumir a recepção, a funcionária trabalhou por um ano no setor de produção da empresa, onde o contato com os colegas, mais próximo. "Foi difícil eu me adaptar no começo, porque gosto de falar, mas já estou adaptada", revela.
No departamento financeiro da mesma empresa, até a "chefe" tem que se policiar. "Acho que se eu trabalhasse na produção seria demitida por justa causa por causa de conversa", brinca a diretora financeira Jamile El Janene. Mas ela garante que as conversas não atrapalham o rendimento de sua equipe. (Diego Prazeres/Folha de Londrina)