A Delegacia de Homicídios de Londrina trabalha para esclarecer o assassinato de um suposto índio, na Reserva Indígena do Apucaraninha, em Tamarana. Ele teria sido morto na noite de domingo, com golpes na região da cabeça, agressão que causou fraturas no crânio da vítima. Apesar da violência do crime, até a tarde de quarta ninguém tinha sequer prestado depoimento na Delegacia e o autor continuava nas ruas. Para dificultar ainda mais as investigações, nem mesmo o nome da vítima foi descoberto.
"Pela situação em que o corpo foi encontrado, a morte pode ter acontecido após uma briga. Os ferimentos eram em maioria na região da cabeça. A vítima ficou desfigurada e pode ter sido morta a pauladas", disse o superintendente da Delegacia de Homicídios, Cláudio Santana. "Mas as digitais da vítima encontravam-se preservadas. Elas foram coletadas e passam por exames, que poderão facilitar a identificação da vítima", explicou.
Além disso, segundo a Polícia Civil, nenhuma testemunha teria fornecido detalhes sobre o assassino. "O corpo tem características de um índio, mas ainda não conseguimos confirmar isso. Não temos certeza se ele era morador de Tamarana, pois ninguém da Reserva do Apucaraninha apareceu para nos dar detalhes", comentou o superintendente. De acordo com o Instituto Médico Legal de Londrina (IML), até a última quarta, o corpo seguia sem reconhecimento no necrotério.
"Pela situação em que o corpo foi encontrado, a morte pode ter acontecido após uma briga. Os ferimentos eram em maioria na região da cabeça. A vítima ficou desfigurada e pode ter sido morta a pauladas", disse o superintendente da Delegacia de Homicídios, Cláudio Santana. "Mas as digitais da vítima encontravam-se preservadas. Elas foram coletadas e passam por exames, que poderão facilitar a identificação da vítima", explicou.
Além disso, segundo a Polícia Civil, nenhuma testemunha teria fornecido detalhes sobre o assassino. "O corpo tem características de um índio, mas ainda não conseguimos confirmar isso. Não temos certeza se ele era morador de Tamarana, pois ninguém da Reserva do Apucaraninha apareceu para nos dar detalhes", comentou o superintendente. De acordo com o Instituto Médico Legal de Londrina (IML), até a última quarta, o corpo seguia sem reconhecimento no necrotério.