De acordo com o proprietário da loja térrea onde o relojão fica instalado, Samir Ali Zebian, 33 anos, a manutenção do relógio é uma prioridade. "Quando adquiri o imóvel no térreo, já sabia disso e como é um relógio exclusivo, às vezes demora para o problema ser resolvido. O comerciante explicou ainda que a responsabilidade pela manutenção ficou a cargo da farmácia ali instalada. "Quando fizemos o contrato de locação, foi acordado que a farmácia iria explorar a publicidade no topo do prédio, onde está o relojão, e em troca se responsabilizaria pela manutenção. E tem dado certo. Eles dão a devida atenção. É um bem da cidade, um patrimônio e temos que zelar por ele", explicou Zebian. "Parece que uma peça da bateria estragou, mas já conseguiram comprar. Agora só estamos aguardando a pessoa que faz os consertos chegar de viagem e acredito que até quarta-feira esteja funcionado", assegurou. (WV)