Sexo anal: cuidados essenciais
A prática do sexo anal é, provavelmente, o maior tabu existente em nossa sociedade. "A penetração pelo ânus parece, para algumas pessoas, como um prática suja e cruel", afirma Celso Marzano, urologista e sexólogo, em seu livro "O Prazer Secreto". "De maneira geral, o sexo anal não deve ser dolorido", completa. Pesquisas da psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo, do Hospital das Clínicas da USP, revelam que um número pequeno de brasileiras pratica sexo anal com frequência. Muitas eventualmente aceitam, mas não é algo regular e apreciado, segundo a médica. Elas raramente demonstram o desejo anal, mas aceitam experimentar. Um dos levantamentos apontou que mais de 80% das mulheres já tinha feito sexo anal alguma vez, mas apenas metade faria novamente – e a maioria fez para agradar o parceiro. O assunto levanta muitas questões e controvérsias, mas se o casal escolheu essa variação sexual em busca de prazer, há cuidados que não podem faltar: a penetração não deve ser forçada nem tampouco com movimentos bruscos e vigorosos, use muita e boa lubrificação; seu parceiro deve usar um preservativo e respeitar quando você diz: pare, não; o casal deve combinar que se você não quiser fazer sexo anal novamente, não haverá pressão, sem ameaças e sem contestação. NÃO significa NÃO; nunca mudar de sexo anal de volta para o sexo vaginal sem trocar o preservativo. As fezes podem acabar na vagina e causar infecções.
A prática do sexo anal é, provavelmente, o maior tabu existente em nossa sociedade. "A penetração pelo ânus parece, para algumas pessoas, como um prática suja e cruel", afirma Celso Marzano, urologista e sexólogo, em seu livro "O Prazer Secreto". "De maneira geral, o sexo anal não deve ser dolorido", completa. Pesquisas da psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo, do Hospital das Clínicas da USP, revelam que um número pequeno de brasileiras pratica sexo anal com frequência. Muitas eventualmente aceitam, mas não é algo regular e apreciado, segundo a médica. Elas raramente demonstram o desejo anal, mas aceitam experimentar. Um dos levantamentos apontou que mais de 80% das mulheres já tinha feito sexo anal alguma vez, mas apenas metade faria novamente – e a maioria fez para agradar o parceiro. O assunto levanta muitas questões e controvérsias, mas se o casal escolheu essa variação sexual em busca de prazer, há cuidados que não podem faltar: a penetração não deve ser forçada nem tampouco com movimentos bruscos e vigorosos, use muita e boa lubrificação; seu parceiro deve usar um preservativo e respeitar quando você diz: pare, não; o casal deve combinar que se você não quiser fazer sexo anal novamente, não haverá pressão, sem ameaças e sem contestação. NÃO significa NÃO; nunca mudar de sexo anal de volta para o sexo vaginal sem trocar o preservativo. As fezes podem acabar na vagina e causar infecções.