A evolução da postura sexual feminina
Durante séculos, a sexualidade feminina esteve ligada à reprodução. No auge da repressão sexual, ondas de puritanismo e intolerância conduziram a grandes estudos sobre sexualidade, possibilitando o início de mudanças das leis que abrandavam as punições sobre comportamentos sexuais considerados inadequados. Mesmo com o advento da pílula anticoncepcional na década de 50, que modificou o perfil de liberdade sexual no mundo trazendo mudanças comportamentais importantes e afastando crenças negativas em relação à sexualidade, não foi suficiente o bastante para possibilitar a esta primeira geração pós-pílula um crescimento autônomo e desprovido de influencias comportamentais. Outras gerações tiveram o seu papel, favorecendo uma postura mais segura e ousada. Assim, a mulher contemporânea, muitas vezes responsável pela família fez o homem compreender que a supremacia masculina é um mito e homens e mulheres nascem com a mesma capacidade orgástica e de que sociedade, família e religião podem estimular ou inibir o potencial sexual nato. Nesse contexto, os profissionais de saúde sexual, por sua vez, precisam estar atentos às mudanças desta nova geração de mulheres para informar quanto aos ganhos e as necessárias precauções, de modo que a nova ordem sexual possa ser vivida de maneira livre e segura.
Durante séculos, a sexualidade feminina esteve ligada à reprodução. No auge da repressão sexual, ondas de puritanismo e intolerância conduziram a grandes estudos sobre sexualidade, possibilitando o início de mudanças das leis que abrandavam as punições sobre comportamentos sexuais considerados inadequados. Mesmo com o advento da pílula anticoncepcional na década de 50, que modificou o perfil de liberdade sexual no mundo trazendo mudanças comportamentais importantes e afastando crenças negativas em relação à sexualidade, não foi suficiente o bastante para possibilitar a esta primeira geração pós-pílula um crescimento autônomo e desprovido de influencias comportamentais. Outras gerações tiveram o seu papel, favorecendo uma postura mais segura e ousada. Assim, a mulher contemporânea, muitas vezes responsável pela família fez o homem compreender que a supremacia masculina é um mito e homens e mulheres nascem com a mesma capacidade orgástica e de que sociedade, família e religião podem estimular ou inibir o potencial sexual nato. Nesse contexto, os profissionais de saúde sexual, por sua vez, precisam estar atentos às mudanças desta nova geração de mulheres para informar quanto aos ganhos e as necessárias precauções, de modo que a nova ordem sexual possa ser vivida de maneira livre e segura.