Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Sexo gostoso

24 jul 2014 às 08:43

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade
A pesquisa "Nascer no Brasil" da Fundação Oswaldo Cruz, baseada em depoimentos obtidos nas maternidades de 266 hospitais públicos e privados, aponta que 30% das entrevistadas não desejaram a gestação atual, 9% ficaram insatisfeitas com a gravidez e 2,3% relataram ter tentado interromper a gestação. Um dado preocupante, já que o acolhimento da mãe é fundamental para construção da relação com a criança e para diminuir os riscos de depressão pós-parto.
Na primeira infância, período que vai da concepção aos 6 anos de vida, o elo que se estabelece entre mãe e filho, com pequenos gestos de afeto e cuidados, são registrados pelo bebê como uma situação de proteção e aprendizado. No futuro, isso pode prevenir problemas de comportamento e na aprendizagem na escola.
Anna Chiesa, professora doutora da Escola de Enfermagem da USP e consultora da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, alerta para a necessidade de se identificar, desde o começo da gestação, as dúvidas e condições emocionais dessa gestante e se a gravidez é desejada pela mãe. "O pré-natal é um processo que deve valorizar a participação da mulher e é importante oferecer informações sobre as modificações do corpo, o que acontece durante a gravidez e na hora do parto, e identificar a necessidade de apoio emocional e terapêutico", explica a doutora.
Anna também alerta para o fato de existir ainda hoje a crença de que, quando a criança nasce, a mãe torna-se instintivamente mãe. "Falta ainda o reconhecimento da importância de elementos emocionais desde a gravidez: da mãe grávida, do pai grávido, da família grávida. Uma série de aspectos que não são contemplados no processo e que, de modo geral, não são ensinados nem aprendidos por quem faz o pré-natal", explica.
Publicidade

Últimas notícias

Publicidade
LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas