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Sexo gostoso

25 set 2014 às 08:29
Os políticos de Uganda receberam uma enxurrada de reclamações de que os preservativos vendidos no país do Leste da África são muito pequenos. E a galera de lá alerta que este problema é um obstáculo na luta contra a Aids.
O deputado Tom Aza, membro do Comitê Parlamentar para HIV/AIDS, insistiu que apenas um tamanho não é adequado para todos. Em uma recente viagem pelas áreas mais afetadas pelo vírus ele constatou que alguns homens "têm órgãos sexuais maiores e, portanto, deveriam receber preservativos maiores". "Quando se trata da ação, quando eles têm atividade sexual, naturalmente, com a pressão, explode", declarou Aza à NTV Uganda.
"Alguns jovens se queixam de que as camisinhas que recebem são muito curtas, seus órgãos não cabem nelas", reforçou o também parlamentar Merard Bitekyerezo. Outra integrante do comitê, Sarah Netalisile, afirmou que o problema do tamanho "expõe homens e mulheres mais jovens, e todos os que utilizam preservativos, a contrair HIV". A NTV afirmou que os legisladores pretendem pedir camisinhas melhores e maiores.
A Aids aumentou em Uganda depois de anos de retrocesso, provocando a morte de 80.000 pessoas a cada ano. Cerca de 1,8 milhão de pessoas vivem atualmente em Uganda com o vírus do HIV, e um milhão de crianças ficaram órfãs depois que seus pais morreram devido à Aids.

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