Cambé tem sido o destino preferido dos assaltantes de banco da região. Entre 2013 e 2014, segundo informações da Polícia Civil, ao menos oito ataques foram registrados na cidade. Na madrugada de sexta, uma agência na avenida José Afonso dos Santos, Jardim Santo Amaro, foi pelos ares pela terceira vez. Apesar da violência das ações, nenhum morador ficou ferido. Mesmo assim, vizinhos ficam reféns do medo e amargam prejuízo deixado pelos bandidos.
A comerciante Elaine Scaravello tem um estabelecimento na avenida. "Desde que esse banco veio pra cá os problemas só aumentam. Em uma das explosões, 20 perfumes da loja quebraram. O prejuízo passou de R$ 1 mil", relatou. "Na outra vez, a dinamite ficou enroscada no caixa e nossa avenida passou o dia inteiro interditada até conseguirem retirá-la de lá. Por causa disso, ficamos sem atender os clientes", afirmou Elaine, que reclamou ainda que os clientes do banco ocupam as vagas de estacionamento da rua e seus fregueses não têm onde parar.
Morando há 17 anos na avenida que é uma das mais movimentadas do bairro, o aposentado Mauro Menck disse que já é uma situação normal "acordar com as explosões de madrugada". "Ainda bem que neste horário (madrugada) não há pessoas na rua e até hoje ninguém se feriu. Mas isso tudo deixa a gente com medo", admitiu. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
A comerciante Elaine Scaravello tem um estabelecimento na avenida. "Desde que esse banco veio pra cá os problemas só aumentam. Em uma das explosões, 20 perfumes da loja quebraram. O prejuízo passou de R$ 1 mil", relatou. "Na outra vez, a dinamite ficou enroscada no caixa e nossa avenida passou o dia inteiro interditada até conseguirem retirá-la de lá. Por causa disso, ficamos sem atender os clientes", afirmou Elaine, que reclamou ainda que os clientes do banco ocupam as vagas de estacionamento da rua e seus fregueses não têm onde parar.
Morando há 17 anos na avenida que é uma das mais movimentadas do bairro, o aposentado Mauro Menck disse que já é uma situação normal "acordar com as explosões de madrugada". "Ainda bem que neste horário (madrugada) não há pessoas na rua e até hoje ninguém se feriu. Mas isso tudo deixa a gente com medo", admitiu. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)