São Paulo - De volta ao Brasil após passagem pela China, onde está investindo em escolinhas de futebol que levam o seu nome, Ronaldo marcou presença nesta quarta-feira em um evento em São Paulo, onde foi o centro das atenções como embaixador do PokerStars, maior site de pôquer online do mundo. Mas, como não poderia ser diferente, o ex-atacante não escapou de falar de futebol, no qual se consagrou como um dos maiores goleadores da história.
Aposentado dos gramados desde 2011, o Fenômeno admitiu que hoje a seleção brasileira vive "um momento difícil" e uma entressafra de goleadores, o que a torna consequentemente muito dependente de Neymar.
"Acho que em termos de craque estamos muito bem representados pelo Neymar, mas, quanto aos jogadores que fazem gol, até pela posição dentro de campo, a seleção brasileira encontrou e está encontrando muita dificuldade para ter um (camisa) 9, um centroavante que se firme, para ser titular da seleção brasileira, entregando gols e resultados. É um momento difícil. Os treinadores que passaram (pelo comando da seleção) nestes últimos anos tentaram, tiveram muitas opções, mas muito pouco foi aproveitado até agora", afirmou Ronaldo.
E o campeão mundial nas Copas de 1994 e 2002 reconheceu que o Brasil seria um azarão diante dos principais favoritos ao título se a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, acontecesse agora. "Vimos que os resultados recentes que tivemos foram frustrantes demais, e até na última Copa do Mundo nós perdemos de maneira vergonhosa. Temos de melhorar muito para a seleção voltar a ser o que sempre representou lá fora".
Aposentado dos gramados desde 2011, o Fenômeno admitiu que hoje a seleção brasileira vive "um momento difícil" e uma entressafra de goleadores, o que a torna consequentemente muito dependente de Neymar.
"Acho que em termos de craque estamos muito bem representados pelo Neymar, mas, quanto aos jogadores que fazem gol, até pela posição dentro de campo, a seleção brasileira encontrou e está encontrando muita dificuldade para ter um (camisa) 9, um centroavante que se firme, para ser titular da seleção brasileira, entregando gols e resultados. É um momento difícil. Os treinadores que passaram (pelo comando da seleção) nestes últimos anos tentaram, tiveram muitas opções, mas muito pouco foi aproveitado até agora", afirmou Ronaldo.
E o campeão mundial nas Copas de 1994 e 2002 reconheceu que o Brasil seria um azarão diante dos principais favoritos ao título se a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, acontecesse agora. "Vimos que os resultados recentes que tivemos foram frustrantes demais, e até na última Copa do Mundo nós perdemos de maneira vergonhosa. Temos de melhorar muito para a seleção voltar a ser o que sempre representou lá fora".