No caso da escola do Jardim Eldorado, depois dos roubos de janeiro, foram colocados sensores no pátios, mais câmeras e algumas barreiras no fundo da casa de uma vizinha, onde a direção acredita que seria o ponto de entrada dos ladrões. A segurança reforçada conteve a malandragem por uns meses apenas.
"Em janeiro, nós conseguimos verificar nas câmeras que se tratava sempre da mesma pessoa. Desta última vez, era alguém diferente, nem os moradores reconheceram. Ele analisava o ambiente mas que parecia saber onde tinha cada item de segurança, porque foi desligado o relógio geral, por isso o alarme não deve ter tocado, apenas os sensores, que notificaram em nosso celular", disse Luciene.
Como é uma escola estadual, a diretora informou que a comunidade ajudou na reposição de itens mais urgentes. "A nossa verba deve vir do governo e a demora pode ser grande. Não temos muito tempo para esperar", completou, informando que a escola ainda calcula os prejuízos, principalmente com a última ocorrência. "A fiação elétrica foi comprometida. Temos alguns parceiros que já fizeram os reparos. Agora, só nos falta pagar, o que será feito assim que a verba for liberada". (E.N.)
"Em janeiro, nós conseguimos verificar nas câmeras que se tratava sempre da mesma pessoa. Desta última vez, era alguém diferente, nem os moradores reconheceram. Ele analisava o ambiente mas que parecia saber onde tinha cada item de segurança, porque foi desligado o relógio geral, por isso o alarme não deve ter tocado, apenas os sensores, que notificaram em nosso celular", disse Luciene.
Como é uma escola estadual, a diretora informou que a comunidade ajudou na reposição de itens mais urgentes. "A nossa verba deve vir do governo e a demora pode ser grande. Não temos muito tempo para esperar", completou, informando que a escola ainda calcula os prejuízos, principalmente com a última ocorrência. "A fiação elétrica foi comprometida. Temos alguns parceiros que já fizeram os reparos. Agora, só nos falta pagar, o que será feito assim que a verba for liberada". (E.N.)