Os furtos de pequenos e grandes objetos com algum tipo de valor de revenda estão na mira da Polícia Civil. O órgão instaurou inquérito para apurar os autores dos crimes e principalmente quem os recebe, os chamados receptadores. Em Londrina, os alvos são vários: os cabos telefônicos e de iluminação (pelo cobre), as placas e instrumentos dos túmulos (devido ao bronze) até os estepes de carros, que variam de R$ 350 (carro popular) até R$ 1.100, no caso das caminhonetes.
Só a Sercomtel informou que já teve um prejuízo que beira os R$ 400 mil este ano apenas com o furto de cabos telefônicos, sem falar que o povo fica na mão, seja sem luz – quando o alvo são os cabos de iluminação - ou sem telefone.
O delegado do setor de furtos e roubos da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, Thiago Vicentini, espera que com o inquérito aberto, as ocorrências possam ser resolvidas o quanto antes. "Depois de uma reunião que fizemos com empresas de telefonia, fomos até os locais em que denúncias apontam a possíveis receptadores. Em um desses lugares encontramos muitos fios de telefone em frente ao estabelecimento e logo depois capturamos um foragido que já tinha histórico de roubar objetos de cemitérios. Então, a gente começa a perceber pelas investigações que o receptador desses bens é o mesmo".
No entanto, a delegacia ainda encontra dificuldade em chegar até o "consumidor final". "Sabemos do que acontece e temos feito um trabalho de investigação para solucionar os crimes que já aconteceram, mas temos dificuldades na prevenção. Na parte do ladrão, eles estão sendo indiciados mas a redução no número dos crimes ainda não acontece porque temos dificuldade em incriminar justamente o receptador", lamenta.
Só a Sercomtel informou que já teve um prejuízo que beira os R$ 400 mil este ano apenas com o furto de cabos telefônicos, sem falar que o povo fica na mão, seja sem luz – quando o alvo são os cabos de iluminação - ou sem telefone.
O delegado do setor de furtos e roubos da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, Thiago Vicentini, espera que com o inquérito aberto, as ocorrências possam ser resolvidas o quanto antes. "Depois de uma reunião que fizemos com empresas de telefonia, fomos até os locais em que denúncias apontam a possíveis receptadores. Em um desses lugares encontramos muitos fios de telefone em frente ao estabelecimento e logo depois capturamos um foragido que já tinha histórico de roubar objetos de cemitérios. Então, a gente começa a perceber pelas investigações que o receptador desses bens é o mesmo".
No entanto, a delegacia ainda encontra dificuldade em chegar até o "consumidor final". "Sabemos do que acontece e temos feito um trabalho de investigação para solucionar os crimes que já aconteceram, mas temos dificuldades na prevenção. Na parte do ladrão, eles estão sendo indiciados mas a redução no número dos crimes ainda não acontece porque temos dificuldade em incriminar justamente o receptador", lamenta.