A comerciante Sueli Souza Lopes Zequim, 38 anos, cresceu vendo a mãe apanhar ervas no quintal da casa onde morava em Tamarana. "Quando tinha gripe, ela fazia chá de alho, mas eu sinceramente não consigo fazer para meus filhos". Sueli considera que a sabedoria popular deva ser valorizada até mesmo porque são receitas fáceis e acessíveis. (W.V.)